03/05/2013
Expurgo.
Te corto a garganta, arruíno sua bonança. Largo um soco na sua cara, ah que doce o gosto de seu sangue. Entope-me com essa sensação de destruição, enquanto penetro tua carne com o mais enferrujado dos pregos que encontrei. Torturo-te, e torturo como quem quer rasgar em mil pedaços um único papel. Fodo seus tímpanos com meus urros possuídos por ira. Destroço suas pernas... posso chamar de patas? Talvez eu tire a carne e mostre os ossos para você, ou lhe faça comer seu próprio dorso. Minha serra está pronta, tinindo para lhe estuprar. Empalar com um vil pedaço de concreto em formato de tubo, explodo todo seu corpo de dentro para fora. Tripas, coração, pulmões... Acho que foi a última coisa que viu. Um coração destroçado. Sim, um coração destroçado.
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