12/04/2013
Belo e Bela.
De todas as maneiras, em todos os sentidos, em qualquer forma expressada, me admira tanto que eu queira tanto demonstrar o tanto que és importante para a minha vil pessoa. Odioso modo de pensar, na realidade nem sei o que pensar, mas expurgo todo esse sentimento feliz pelos olhos e deixo transbordar em minha saliva. É com esse jeito sonso que carrego, que eu lhe trago mil rosas carimbadas com o vermelho que tanto lhe agrada. Tão importante me lembrar que mal lhe conheço, que pouco toco em ti, que meu nariz ainda não fora capaz de sentir todos os inúmeros cheiros que seu corpo docemente pode exalar. E isso é importante sim, pois mantém meus pés no chão e faz com que eu dê apenas um pequeno passo quando na verdade outros seres respirantes já teriam tentado dar dez longos passos. É assim que eu apenas observo, me deliciando com a serenidade de sua pessoa, a qual eu costumo dizer que se assemelha a um brilho angelical. Olho atento para esse sorriso que mal se esconde em seus lábios, para esses olhinhos que se fecham quando ficam brilhantes, parecidos com poeira estelar. És querida por mim e me desperta um prazer sugestivo em estar sempre presente, tanto nos bons quanto nos maus momentos. E presente por estar, assim digamos, perto de ti, e disposto a lhe entregar um puta sorriso aberto ou o mais apertado dos abraços, sempre que os precisar. E o tempo? Ah, o adorável tempo. Como és capaz de me distrair enquanto viajo em suas longas tranças ruivas? Que me faz escorregar em suas adoráveis curvas, que me prende em um olhar fixo, numa mudeza tranquilizante. Tão singelo, que rima com banguelo, que rima com martelo, que só me lembra do que é belo. E belo mesmo é me perder na infinidade deliciosa de seu abraço. Belo mesmo é ter me convencido que o simples tornou tudo perfeito. Belo mesmo é perceber que não importa o título, e sim o motivo.
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Owwwnnn que lindo... o poder das ruivas ;)
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