04/04/2013

Mas Que Porra?

Oh, tive uma ótima ideia para um poema mas... ah. Já escreveram antes de mim.
Talvez eu queira começar a falar sobre bolas de beisebol. Alguém já falou sobre bolas de beisebol?
Putz, alguém já deve ter falado.
E sobre bolas de basquete? Ah... também.
Então calma ai. Vou mudar o foco. Vou falar sobre música!
Mas não, eu não sei tocar violão. Nem gaita. Nem sem ligar o mini system lá de casa.
Aliás, eu não tenho mini system. Nem Micro system, Master system ou Sega saturn.
Já tive um dia, e era bem divertido.
Não pera, não quero desviar do assunto.
Mas qual era mesmo o assunto?
Por favor, estou confuso!
Ah sim, música. Música faz bem à alma, ao corpo e ao coração.
E acho que nem existem estudos que falem sobre isso. Ou existem?
Nunca li sobre, pelo menos.
Aliás, será que existe algo que nunca tenha sido falado? Inventado?
Será que existe algum sentimento que eu nunca tenha vivido?
E será que as coisas só existem se eu as sentir? Acho que não ein...
Bom, pelo menos o mini system eu sei que existe, eu é que não tenho.
Mas de música o que eu sei é que é muito sem graça dançar sozinho.
Pera, que porra isso tem a ver?
Que seja. Imagina, você lá todo gostosão dançando e se movimentando como se não houvesse amanhã!
É divertido, muito divertido! Só que não. E ainda consegue ser tedioso quando acaba.
Seu corpo dói, sua cabeça gira e isso tudo foi sem motivo algum, sabe?
Você queria estar lá, dançando feito um louco, querendo pagar de sensual, mas na verdade... estava a quilômetros de distância disso.
Mas falando sobre dores corporais, eu adoro elas. Mas só gosto delas quando me lembro que são resultantes da companhia de alguém especial.
Sabe, tipo uma mordida, ou um soco de brincadeira.
Sinto como se fosse uma forma de deixar impresso em mim que a pessoa esteve ali.
"Não chegue perto, essa parte é minha RAWR".
Mas que merda, sobre o que eu estou falando?
Eu estou com gripe, cansado, suando e cheio de trabalho pra fazer! Ouvindo The Cure e Incubus aloucadamente! Aloucadamente pensando no que nunca pensei em pensar. No que nunca pensei que pensaria. Pensando em como estou sendo redundante... E no quanto eu não estou me importando com isso.
Ah mano, para. Já passou da hora de ser repetitivo, cansei de lenga-lenga, de remoer os erros, de procurar os acertos. Bola pra frente, eu quero mais é ser diferente.

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