Eu não deveria postar aqui, eu não devia sequer estar me forçando a isso.
Se você não tem criatividade no momento, você acaba se assassinando poeticamente e lentamente ao se forçar escrever. Mas não, eu sou cabeça dura e estou aqui, me limitando a usar do único meio de comunicação que tenho para com o nada. Sim, pois o nada me entende. As poucas pessoas que leem o que eu posto não entendem as vezes o que eu digo, mas o nada entende. Me diz ai nada, você não me entende?
É claro que entende. Se não entendesse ele não me deixaria em paz com minhas dúvidas.
Dúvidas que inclusive são deveras necessárias para a sobrevida de todo ser humano. Qual seria a graça de eu estar aqui sentado sem nenhuma dúvida, sem nenhuma dor?
Será que eu nasci para o masoquismo?
Não importa.
Importante é que eu estou aqui, no meu mais absoluto tédio, sem explicação muito menos cafeína na mente.
Só há uma maneira de sair disso. Ou existem várias mas meu cérebro ficou limitado?
É, eu acho que eu me limitei a uma solução apenas e não me dei conta que existiam outras dez milhões, novecentas e cinquenta e sete mil e quarenta e duas soluções diferentes, que envolviam furadeiras, óleo de soja ou um coração enferrujado que precisava de ambas as coisas.
São somente suposições. Frágeis decepções.
Frágeis instigações minhas. Sem nexo.
E eu nem tenho coragem de me parar.
De me anular.
Assim é que é gostoso. Sem remorso.
Ah como é ridículo eu mentir para mim mesmo. Eu poderia comer alface agora mas prefiro berinjela assada com molho de tomate.
E qual é a graça do tomate?
Sei lá, atravessou a rua e se espatifou com um carro.
HAHAHAHA Minhas besteiras.
Se você nunca as entendeu, agora entende o motivo pelo qual eu nunca me entendi.
shuashauhs dorgas!
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