27/03/2013

Sorte dele.

Eu tava olhando em minha biblioteca pessoal e tentei achar nela uma pessoa feito você. Falhei miseravelmente.
Não em achar alguém igual, mas em pesquisar mesmo. Depois de uns 3 minutos pensando, decidi já te dar o título de "maluquinha". Mas é uma maluquice boa, sô.
Fiquei pensando também se você tem culpa da chuva estar caindo hoje. Mas na verdade, a chuva tem sorte de cair em você. E você, é você! Pode até parecer redundante, mas num geral, é mágico de se constatar.
Acho que nem as rosas de seu quintal são belas feito ti. Até tentam, mas não passam perto.
Sabe aquele vento raro que passa as vezes? Aquele meio-vento que sopra aleatoriamente de vez em nunca nas nossas vidas? Por ventura eu vi você brincando de ser feliz justamente no momento em que um vento desses passou. Logo eu, a felicidade em pessoa, embasbacado com a felicidade ao lado.
Felicidade tão~tão mais radiante, tão~tão mais contagiante. Tão~tão você.
E não pense que não sinto as vezes a tristeza bater no seu peito, mas também sinto bater uma necessidade inacabável de ser feliz também. Acabo tendo uma inveja. Uma inveja doce, bem sutil.
Mas você... Ah você! Sempre me surpreendendo. Me chega você, e me mostra a beleza no simples!
É, no simples!
Olhando a chuva cair, cantando sem qualquer pretensão, sentindo o perfume das coisas e achando tudo isso muito belo e muito natural. Você acabou me mostrando a real importância que o simples tem. Me fazendo enxergar a real beleza no natural que nós, seres mais normais, sequer enxergamos.
Hoje, amanhã ou sabe se lá quanto tempo, será capaz de reconhecer que sua beleza é rara e sua cor é única, num infinito jardim de cores iguais. Um jardim cheio de margaridas amarelas, que são bonitas até! Mas que estão muito distantes de sua beleza. Distantes da beleza desse sorriso tão sincero e despretensioso que só vi você emanar.
Bom, tenho que lhe confessar: Eu também estou com um baita sorriso no rosto agora. E é sorte dele, de ter você como motivo.

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