17/03/2013

Omega.

Do princípio ao fim, levante essa calmaria sem fim.
Deus morreu e todos mostram apenas o Diabo.
Como pode, enfim, a humanidade não perceber, que o mais importante é estar bem consigo mesmo?
Onde estão as estátuas de Jesus? Os alcorões? Por onde anda os pingentes?
Eu não sei, mas encontro com total facilidade meu maço de cigarros. E me sinto bem assim.
Essa é a nossa realidade. Dentro de um inferno gelado, morremos quentes.
Podemos profanar nossos corpos, estuprar nossas mentes e liquefazer nossas almas. Mas nossa história, essa não pode ser nunca destruída.
O que fazemos aqui, fica aqui. Registrado em um livro, em uma história, ou em algumas mentes. Mas fica.
Ninguém pode parar isso.
Não paramos metrôs com nossas mãos. Não paramos espadas que furam nossas mãos.
Não pararemos o passado que não voltará.
Que tal fechar os olhos e enxergar seus pecados? Encontrar seu Deus onipotente.
Lembra como era quando nasceu? Nem deveria.
Parece que o mundo é uma roldana solta no espaço. Corre sem parar, quicando pelas estrelas.
Solitária, correndo atrás de uma resposta.
Acham mesmo que a resposta existe? E se existisse?
Sabe o que eu penso sobre esse mundo disléxico?
Que ele deveria ter mais cerveja.
E mais amor.

3 comentários:

  1. Não te peço mais para parar de fumar. Recado entendido ._.

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  2. HAUHAUHSUDHUHDS pode pedir!
    O cigarro no texto tem outro significado. E a felicidade que ele me proporciona é completamente falsa, pra ser franco.

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