de tudo. Eis uma grande questão.
Como se originou o mundo?
As árvores, micróbios, planetas, espaço, água, eu, as estrelas.
Bom, eu não consigo compreender essa complexidade.
E não consigo atribuir isso a um Deus. Ou a dois, dez, mil...
Tá, talvez mil conseguissem. Não é o caso.
Como isso poderia ser criado por um Deus?
E como esse Deus não se mostra a seus “bonecos inventados”?
Teoricamente, não dá pra acreditar em Deus. Em nenhum deles.
Teoricamente.
Vemos pessoas sendo curadas milagrosamente.
Vemos pessoas sobrevivendo de tragédias sinistras.
Sim, é obra divina.
E quando morrem milhares de pessoas numa guerra?
É obra divina.
Ops, tava na hora do sujeito morrer.
Assim, eu creio num mundo melhor. Num mundo feito pelos homens que acreditam nos homens.
E que tem a noção de que podem viver em harmonia, sem acreditar que exista alguém superior ditando as regras.
O paraíso minha gente, muito provavelmente não existe num plano astral. Mas pode existir, aqui mesmo.
Basta os homens deixarem de acreditar no inacreditável, e começarem a agir em prol deles mesmos.
28/03/2013
27/03/2013
Sorte dele.
Eu tava olhando em minha biblioteca pessoal e tentei achar nela uma pessoa feito você. Falhei miseravelmente.
Não em achar alguém igual, mas em pesquisar mesmo. Depois de uns 3 minutos pensando, decidi já te dar o título de "maluquinha". Mas é uma maluquice boa, sô.
Fiquei pensando também se você tem culpa da chuva estar caindo hoje. Mas na verdade, a chuva tem sorte de cair em você. E você, é você! Pode até parecer redundante, mas num geral, é mágico de se constatar.
Acho que nem as rosas de seu quintal são belas feito ti. Até tentam, mas não passam perto.
Sabe aquele vento raro que passa as vezes? Aquele meio-vento que sopra aleatoriamente de vez em nunca nas nossas vidas? Por ventura eu vi você brincando de ser feliz justamente no momento em que um vento desses passou. Logo eu, a felicidade em pessoa, embasbacado com a felicidade ao lado.
Felicidade tão~tão mais radiante, tão~tão mais contagiante. Tão~tão você.
E não pense que não sinto as vezes a tristeza bater no seu peito, mas também sinto bater uma necessidade inacabável de ser feliz também. Acabo tendo uma inveja. Uma inveja doce, bem sutil.
Mas você... Ah você! Sempre me surpreendendo. Me chega você, e me mostra a beleza no simples!
É, no simples!
Olhando a chuva cair, cantando sem qualquer pretensão, sentindo o perfume das coisas e achando tudo isso muito belo e muito natural. Você acabou me mostrando a real importância que o simples tem. Me fazendo enxergar a real beleza no natural que nós, seres mais normais, sequer enxergamos.
Hoje, amanhã ou sabe se lá quanto tempo, será capaz de reconhecer que sua beleza é rara e sua cor é única, num infinito jardim de cores iguais. Um jardim cheio de margaridas amarelas, que são bonitas até! Mas que estão muito distantes de sua beleza. Distantes da beleza desse sorriso tão sincero e despretensioso que só vi você emanar.
Bom, tenho que lhe confessar: Eu também estou com um baita sorriso no rosto agora. E é sorte dele, de ter você como motivo.
Não em achar alguém igual, mas em pesquisar mesmo. Depois de uns 3 minutos pensando, decidi já te dar o título de "maluquinha". Mas é uma maluquice boa, sô.
Fiquei pensando também se você tem culpa da chuva estar caindo hoje. Mas na verdade, a chuva tem sorte de cair em você. E você, é você! Pode até parecer redundante, mas num geral, é mágico de se constatar.
Acho que nem as rosas de seu quintal são belas feito ti. Até tentam, mas não passam perto.
Sabe aquele vento raro que passa as vezes? Aquele meio-vento que sopra aleatoriamente de vez em nunca nas nossas vidas? Por ventura eu vi você brincando de ser feliz justamente no momento em que um vento desses passou. Logo eu, a felicidade em pessoa, embasbacado com a felicidade ao lado.
Felicidade tão~tão mais radiante, tão~tão mais contagiante. Tão~tão você.
E não pense que não sinto as vezes a tristeza bater no seu peito, mas também sinto bater uma necessidade inacabável de ser feliz também. Acabo tendo uma inveja. Uma inveja doce, bem sutil.
Mas você... Ah você! Sempre me surpreendendo. Me chega você, e me mostra a beleza no simples!
É, no simples!
Olhando a chuva cair, cantando sem qualquer pretensão, sentindo o perfume das coisas e achando tudo isso muito belo e muito natural. Você acabou me mostrando a real importância que o simples tem. Me fazendo enxergar a real beleza no natural que nós, seres mais normais, sequer enxergamos.
Hoje, amanhã ou sabe se lá quanto tempo, será capaz de reconhecer que sua beleza é rara e sua cor é única, num infinito jardim de cores iguais. Um jardim cheio de margaridas amarelas, que são bonitas até! Mas que estão muito distantes de sua beleza. Distantes da beleza desse sorriso tão sincero e despretensioso que só vi você emanar.
Bom, tenho que lhe confessar: Eu também estou com um baita sorriso no rosto agora. E é sorte dele, de ter você como motivo.
26/03/2013
Terça.
Feche as cortinas, tape a janela. Quero enxergar você com meus dedos.
Venha cá, deite-se comigo. Seu ombro amigo.
Abaixe suas facas, não precisa de armas.
Abaixe seu coração, não precisa dessa solidão.
Um sopro alegre pelas cortinas, cortinas de falsa seda.
Tão falsa que não retrata a doçura de sua pele que encosta na minha no calor do abraço.
Mas com tanto descaso, ignora meu olhar. Ao mesmo tempo, se felicita com meus lábios.
Enquanto isso a chuva bate lá fora, ardendo no chão quente do verão.
Aquele vapor delicioso que embaça nossa fuga do mundo real.
E o que é real, senão um punhado de sonhos concretizados?
Pois bem meu bem, qual seria o problema em tornar real aquilo que está no subconsciente?
Qual a dúvida em deixar minha sobriedade lhe fazer contente?
Mas lá ia ela, intangível. Enrolada nos cobertores de minha cama, fugia para longe dali.
Fugia dos sonhos que eu serenamente costurava.
O coração que teimava em taquicardear. O céu que não desistia de chorar.
E quanto mais conhecia, mais queria se jogar de cabeça.
E quanto mais sorria, mais queria andar no seu sorriso.
Mas e essa teimosia? Essa fanfarrice?
Ah, a sorte não é um raio para 2 lugares.
Mas afinal, e meu corpo que teima em segui-la, que teima em achá-la?
Isso não me compete, mas por favor, deixe que eu lhe complete.
Venha cá, deite-se comigo. Seu ombro amigo.
Abaixe suas facas, não precisa de armas.
Abaixe seu coração, não precisa dessa solidão.
Um sopro alegre pelas cortinas, cortinas de falsa seda.
Tão falsa que não retrata a doçura de sua pele que encosta na minha no calor do abraço.
Mas com tanto descaso, ignora meu olhar. Ao mesmo tempo, se felicita com meus lábios.
Enquanto isso a chuva bate lá fora, ardendo no chão quente do verão.
Aquele vapor delicioso que embaça nossa fuga do mundo real.
E o que é real, senão um punhado de sonhos concretizados?
Pois bem meu bem, qual seria o problema em tornar real aquilo que está no subconsciente?
Qual a dúvida em deixar minha sobriedade lhe fazer contente?
Mas lá ia ela, intangível. Enrolada nos cobertores de minha cama, fugia para longe dali.
Fugia dos sonhos que eu serenamente costurava.
O coração que teimava em taquicardear. O céu que não desistia de chorar.
E quanto mais conhecia, mais queria se jogar de cabeça.
E quanto mais sorria, mais queria andar no seu sorriso.
Mas e essa teimosia? Essa fanfarrice?
Ah, a sorte não é um raio para 2 lugares.
Mas afinal, e meu corpo que teima em segui-la, que teima em achá-la?
Isso não me compete, mas por favor, deixe que eu lhe complete.
25/03/2013
Guerra Santa.
Saber é entender? Crescer é pagar?
Tudo é uma pergunta.
Correndo eu digo, sem nenhum abrigo.
O julgamento será severo.
A alma vendida, completamente perdida.
Gentileza ou maldição?
As forças levadas, palavras entaladas.
Quando a terra santa é tocada.
Temos de lutar pelo que é certo. Lutar pelo que é certo.
Homem é Deus? Escuridão é luz?
Tudo é uma pergunta.
Olhe para a terra, que só te soterra.
A santa vida.
Ainda não foi roubada, mas quase acabada.
Luta perdida.
Esperança queimada, só na tocaia.
Quando a terra santa é tocada.
Não pergunte se perdeu a chance.
Não pergunte se fez o certo.
Não pergunte se tudo acabou.
Apenas acabou, acabou!
O que é a escuridão senão um pequeno pedaço do 666?
Tudo é uma pergunta.
Correndo eu digo, sem nenhum abrigo.
O julgamento será severo.
A alma vendida, completamente perdida.
Gentileza ou maldição?
As forças levadas, palavras entaladas.
Quando a terra santa é tocada.
Temos de lutar pelo que é certo. Lutar pelo que é certo.
Homem é Deus? Escuridão é luz?
Tudo é uma pergunta.
Olhe para a terra, que só te soterra.
A santa vida.
Ainda não foi roubada, mas quase acabada.
Luta perdida.
Esperança queimada, só na tocaia.
Quando a terra santa é tocada.
Não pergunte se perdeu a chance.
Não pergunte se fez o certo.
Não pergunte se tudo acabou.
Apenas acabou, acabou!
O que é a escuridão senão um pequeno pedaço do 666?
Outubro.
A vida é mais radiante, nesse atormentado mês de outubro.
E toda essa vida corre por seus pensamentos.
Procure esta luz, que está anos-luz distante.
Sonhos são feitos no vento do pensamento.
Espere, eu sei, você quer dormir.
Sua vida abre a porta e veste o novo corpo.
Toda essa vida corre por seus pensamentos.
Perdido? Apenas durma.
Sonhos são feitos no vento do pensamento.
E toda essa vida corre por seus pensamentos.
Procure esta luz, que está anos-luz distante.
Sonhos são feitos no vento do pensamento.
Espere, eu sei, você quer dormir.
Sua vida abre a porta e veste o novo corpo.
Toda essa vida corre por seus pensamentos.
Perdido? Apenas durma.
Sonhos são feitos no vento do pensamento.
Uma História Infeliz.
Eu ainda não sei dizer adeus para você.
Meus sonhos são pedaços de falsas apresentações.
Minhas lágrimas já não são suficientes para te comover.
Minhas crenças não passam de imaginação fértil.
O buraco que fez no meu coração, é maior que três vezes mais o seu tamanho.
E já não tenho como bloquear esse vazamento, minha alma vai voar para longe.
Meus dedos já não conseguem te tocar com tanta sutileza.
E as perguntas são respondidas com mentiras sorrateiras.
Decisões não tomadas vão ficando no ar.
Todos os "apenas" existentes não fazem mais qualquer sentido.
Uma amizade não irá substituir a dor.
Uma mentira não trará qualquer alívio.
Já é uma dor incurável, um sopro de vida.
Aquarela de cores cinzas, uma surpresa desagradável.
Meus sonhos são pedaços de falsas apresentações.
Minhas lágrimas já não são suficientes para te comover.
Minhas crenças não passam de imaginação fértil.
O buraco que fez no meu coração, é maior que três vezes mais o seu tamanho.
E já não tenho como bloquear esse vazamento, minha alma vai voar para longe.
Meus dedos já não conseguem te tocar com tanta sutileza.
E as perguntas são respondidas com mentiras sorrateiras.
Decisões não tomadas vão ficando no ar.
Todos os "apenas" existentes não fazem mais qualquer sentido.
Uma amizade não irá substituir a dor.
Uma mentira não trará qualquer alívio.
Já é uma dor incurável, um sopro de vida.
Aquarela de cores cinzas, uma surpresa desagradável.
Não Há Desculpa.
Você se perdeu em suas mentiras?
O que você quis eu não realizei.
Sua jornada então acabou?
Misturando liberdade com medo.
Trocando alegria por dinheiro.
Sem ligar para todas essas vidas à sua volta.
Eu vejo medo, eu vejo miséria.
Eu vejo cúpulas de demônios.
Todos abusando do poder sob os inúteis.
Eu quero paz, eu acredito.
Que enquanto há vida, há esperança.
Você vai pagar pelo que deixou escapar.
Não há desculpa.
Você irá pagar pelos seus erros.
É tempo de rever.
É seu tempo de corrigir e acertar.
É hora de acreditar que ainda há jeito nisso tudo.
O que você quis eu não realizei.
Sua jornada então acabou?
Misturando liberdade com medo.
Trocando alegria por dinheiro.
Sem ligar para todas essas vidas à sua volta.
Eu vejo medo, eu vejo miséria.
Eu vejo cúpulas de demônios.
Todos abusando do poder sob os inúteis.
Eu quero paz, eu acredito.
Que enquanto há vida, há esperança.
Você vai pagar pelo que deixou escapar.
Não há desculpa.
Você irá pagar pelos seus erros.
É tempo de rever.
É seu tempo de corrigir e acertar.
É hora de acreditar que ainda há jeito nisso tudo.
24/03/2013
Vida Vazia.
É tão triste aqui.
Ainda sim, não quero ajuda para parar de cair.
Dentro deste poço, sem escapatória.
Me puxam para baixo, o tempo todo.
É tão triste aqui.
Enquanto caio sem qualquer perspectiva futura.
Minha escada para sair são minhas súplicas.
E meus dedos são frágeis demais para escalar.
Todo um espaço vazio, não posso olhar para baixo.
A morte parece querer vir para pegar um pedaço meu.
Como eu sei? Ainda estou vivo.
Eu respiro? Não, eu não morri.
Nós não percebemos, mas sempre caímos.
Todo o tempo se torna vazio, vivendo uma vida vazia.
Esperamos um sinal de ajuda, vivendo uma vida perdida.
Porque eu teimo em querer olhar para cima?
Será em vão? E se eu respirar?
Estarei eu, sozinho? Como seria Deus?
E se eu olhar para baixo, com certeza eu me verei?
Ou será apenas o fim?
Ainda sim, não quero ajuda para parar de cair.
Dentro deste poço, sem escapatória.
Me puxam para baixo, o tempo todo.
É tão triste aqui.
Enquanto caio sem qualquer perspectiva futura.
Minha escada para sair são minhas súplicas.
E meus dedos são frágeis demais para escalar.
Todo um espaço vazio, não posso olhar para baixo.
A morte parece querer vir para pegar um pedaço meu.
Como eu sei? Ainda estou vivo.
Eu respiro? Não, eu não morri.
Nós não percebemos, mas sempre caímos.
Todo o tempo se torna vazio, vivendo uma vida vazia.
Esperamos um sinal de ajuda, vivendo uma vida perdida.
Porque eu teimo em querer olhar para cima?
Será em vão? E se eu respirar?
Estarei eu, sozinho? Como seria Deus?
E se eu olhar para baixo, com certeza eu me verei?
Ou será apenas o fim?
Filhote de Anjo.
Uma vida perdida do destino, mesmo quando tudo estava bom.
Algo faltava, e esse algo era você.
Queria ser forte para não demonstrar mas, não consegui ficar em paz.
Não parta, eu preciso lhe entregar uma flor.
Partiu.
Por algum motivo, você me abandonou.
Deixou minha vida afundada em ilusão.
Queria ser forte para não demonstrar mas, não consigo ver as coisas de forma simples.
Não parta, eu preciso lhe entregar meu sorriso.
Uma última canção, para você, filhote de anjo.
Prepare suas asas, pois você irá partir.
Algo faltava, e esse algo era você.
Queria ser forte para não demonstrar mas, não consegui ficar em paz.
Não parta, eu preciso lhe entregar uma flor.
Partiu.
Por algum motivo, você me abandonou.
Deixou minha vida afundada em ilusão.
Queria ser forte para não demonstrar mas, não consigo ver as coisas de forma simples.
Não parta, eu preciso lhe entregar meu sorriso.
Uma última canção, para você, filhote de anjo.
Prepare suas asas, pois você irá partir.
23/03/2013
Dia de Domingo.
Eu gosto do domingo.
Eu posso sentar e fazer nada.
Sabe, simplesmente fazer o que eu quiser.
Jogar, ver TV, andar, comer, dormir.
Posso ser eu mesmo em 24 horas.
Sentar e ver filme.
Deitar.
Ler livro.
Ou apenas viajar, olhando pro nada.
Dia de domingo é dia pra eu sentar na rede e olhar o céu de noite.
Ouvindo musica.
- Sim, musica.
É dia de caminhar sem ir a lugar algum.
É dia de se esticar muito na cama antes de levantar.
Dia de bocejar preguiçosamente no quintal vendo um dia lindo.
Dia de cantar alto sem se importar com a vizinhança.
Dia de cafuné.
- Tá, todo dia é, mas domingo é mais.
Dia de tomar sorvete.
Dia de botar seu casaco velho pra deitar de conchinha com a pessoa que você gosta.
Domingo é dia de reciprocidade.
E de jogar videogame de meias.
Domingo é dia de te ver sendo fofa, na sua totalidade.
Domingo é dia de devolver o cordão que peguei emprestado por uma semana no domingo passado.
Mas também é dia de tentar convencer você a deixar o cordão comigo por mais tempo.
- Eu amo domingos.
- Eu também amo.
Por Roberta Albano e Marcio Fujarra.
Eu posso sentar e fazer nada.
Sabe, simplesmente fazer o que eu quiser.
Jogar, ver TV, andar, comer, dormir.
Posso ser eu mesmo em 24 horas.
Sentar e ver filme.
Deitar.
Ler livro.
Ou apenas viajar, olhando pro nada.
Dia de domingo é dia pra eu sentar na rede e olhar o céu de noite.
Ouvindo musica.
- Sim, musica.
É dia de caminhar sem ir a lugar algum.
É dia de se esticar muito na cama antes de levantar.
Dia de bocejar preguiçosamente no quintal vendo um dia lindo.
Dia de cantar alto sem se importar com a vizinhança.
Dia de cafuné.
- Tá, todo dia é, mas domingo é mais.
Dia de tomar sorvete.
Dia de botar seu casaco velho pra deitar de conchinha com a pessoa que você gosta.
Domingo é dia de reciprocidade.
E de jogar videogame de meias.
Domingo é dia de te ver sendo fofa, na sua totalidade.
Domingo é dia de devolver o cordão que peguei emprestado por uma semana no domingo passado.
Mas também é dia de tentar convencer você a deixar o cordão comigo por mais tempo.
- Eu amo domingos.
- Eu também amo.
Por Roberta Albano e Marcio Fujarra.
20/03/2013
Decadência.
Não é como se eu estivesse fugindo, mas torna-se difícil a convivência do meu eu verdadeiro aqui.
Vale frisar que nunca manipulei por vontade própria um único fio de cabelo sequer que não fosse meu, pois isso vai totalmente contra meus princípios. E meus princípios são muito meus para que eu passe por cima deles.
Houve um tempo em que eu me perdi num vale. Vale esse que parecia sem fim, tendo em vista a obscuridade dele. E como num passe de mágica, boom.
Apareci aqui.
Isso demonstra claramente que eu aprendi a viver vivendo. E tomando nem um nem dois, mas milhares de tombos. Tombos que eu ainda tomo constantemente, e que ainda irei tomar por muito, muito tempo. Tombos que eu nunca obrigarei ninguém a entender.
É pedir demais para mim que eu me entregue aos braços do destino, se em meu passado fui privado de meus sonhos. Um homem sem sonhos é um homem vazio, e eu tive que preencher esse vazio durante muito tempo com perseverança.
Hoje eu sou mais sonhador, mas um sonhador sereno.
Um sonhador acostumado a cheirar o medo das pessoas de longe, pois só eu sei o quanto fede o medo alheio.
Mas, mais e mais tudo vai deixando de ser aquilo que eu conhecia. E o que sobra aqui? Espasmos de melancolia e decadência. Decadência do fortalecimento.
Sinceramente, eu não vou ser quem pressupõe as coisas, não mais, pois cansei de pagar na mesma moeda. A indiferença sim, essa não pode ser nunca descartada. Pois se um dia for indiferença de verdade, ai não restará dúvidas: A repugnância será a culpada, e a covardia, enterrada.
Vale frisar que nunca manipulei por vontade própria um único fio de cabelo sequer que não fosse meu, pois isso vai totalmente contra meus princípios. E meus princípios são muito meus para que eu passe por cima deles.
Houve um tempo em que eu me perdi num vale. Vale esse que parecia sem fim, tendo em vista a obscuridade dele. E como num passe de mágica, boom.
Apareci aqui.
Isso demonstra claramente que eu aprendi a viver vivendo. E tomando nem um nem dois, mas milhares de tombos. Tombos que eu ainda tomo constantemente, e que ainda irei tomar por muito, muito tempo. Tombos que eu nunca obrigarei ninguém a entender.
É pedir demais para mim que eu me entregue aos braços do destino, se em meu passado fui privado de meus sonhos. Um homem sem sonhos é um homem vazio, e eu tive que preencher esse vazio durante muito tempo com perseverança.
Hoje eu sou mais sonhador, mas um sonhador sereno.
Um sonhador acostumado a cheirar o medo das pessoas de longe, pois só eu sei o quanto fede o medo alheio.
Mas, mais e mais tudo vai deixando de ser aquilo que eu conhecia. E o que sobra aqui? Espasmos de melancolia e decadência. Decadência do fortalecimento.
Sinceramente, eu não vou ser quem pressupõe as coisas, não mais, pois cansei de pagar na mesma moeda. A indiferença sim, essa não pode ser nunca descartada. Pois se um dia for indiferença de verdade, ai não restará dúvidas: A repugnância será a culpada, e a covardia, enterrada.
18/03/2013
Anjo sem Asas.
Revirei as caixas de minha casa em busca de sua carta.
Aquela cartinha já empoeirada, em que você transparecia sua vida para mim.
Hoje, posso olhar em seus olhos, em seu rosto em totalidade, rosto que não mais quero deixar de ver.
Minha alma foge do corpo, se une a sua pelos olhos da fé.
Podemos ser um só, unidos pela grande linha que ninguém é capaz de partir.
Erros? Claro que podem existir, mas isso não vai extrair você de mim.
Feridas do destino não cicatrizam, assim como as chagas não se fecharam.
Teorias infundadas sobre o céu, a terra e o ar. Quem os fez eu não sei, mas Deus os quis.
Agora por favor, dê-me sua mão, salve-me de tudo e todos.
Você é o meu anjo sem asas, a luz que faltava em minha vida.
Aquela cartinha já empoeirada, em que você transparecia sua vida para mim.
Hoje, posso olhar em seus olhos, em seu rosto em totalidade, rosto que não mais quero deixar de ver.
Minha alma foge do corpo, se une a sua pelos olhos da fé.
Podemos ser um só, unidos pela grande linha que ninguém é capaz de partir.
Erros? Claro que podem existir, mas isso não vai extrair você de mim.
Feridas do destino não cicatrizam, assim como as chagas não se fecharam.
Teorias infundadas sobre o céu, a terra e o ar. Quem os fez eu não sei, mas Deus os quis.
Agora por favor, dê-me sua mão, salve-me de tudo e todos.
Você é o meu anjo sem asas, a luz que faltava em minha vida.
Coração de Ouro.
Montaram o castelo e todo o reino com o sangue do povo, só que o povo via a mentira.
Agora a verdade já se tornou guerra, e os destroços cortam sementes inocentes.
Enquanto isso, uma jovem camponesa que cuidava de flores nos campos se indagava.
Ela nunca entendia, mas algo dentro dela despertava um poder especial.
Andava sem medo pela floresta, e nas suas idas e vindas algo a levou para o castelo das trevas.
Uma voz ecoava em sua cabeça: Hoje será o fim de seus dias de dores sem sentido.
E uma vez chegando lá, ela conseguiu liberar todo o seu poder oculto.
Poder esse, envolta de uma grande luz divina, que clareava fortemente o castelo.
Reis, rainhas, bispos e torres, todos corriam para fora dali.
Um por um, eram atingidos pelos feixes de luz que chacinava qualquer alma corrompida.
Não haveria piedade, não haveria dor. Parecia que todo o reino voltaria a ser próspero.
E a jovem caída, envolta de sangue puro. Pois qual era o seu motivo para se sacrificar?
Não voltou atrás, não desviou do caminho.
Mesmo que a morte viesse em chamas, ela foi em frente.
Destruiu as mentiras, sem qualquer benefício próprio.
Seu gesto glorioso recuperou o sangue do povo.
Agora todos entendiam o valor de seu coração.
Oferecido numa travessa de madeira, grande coração de ouro.
Por anos os tiranos sugaram toda a vitalidade de um reino próspero.
E sem saber, seriam derrotados por um nobre coração puro.
As vezes nada tem significado.
As vezes o nada tem significado.
Aquele coração dourado, reluzente como o sol, ah...
Sofreu até o fim sem nunca ter entendido o porquê.
Agora a verdade já se tornou guerra, e os destroços cortam sementes inocentes.
Enquanto isso, uma jovem camponesa que cuidava de flores nos campos se indagava.
Ela nunca entendia, mas algo dentro dela despertava um poder especial.
Andava sem medo pela floresta, e nas suas idas e vindas algo a levou para o castelo das trevas.
Uma voz ecoava em sua cabeça: Hoje será o fim de seus dias de dores sem sentido.
E uma vez chegando lá, ela conseguiu liberar todo o seu poder oculto.
Poder esse, envolta de uma grande luz divina, que clareava fortemente o castelo.
Reis, rainhas, bispos e torres, todos corriam para fora dali.
Um por um, eram atingidos pelos feixes de luz que chacinava qualquer alma corrompida.
Não haveria piedade, não haveria dor. Parecia que todo o reino voltaria a ser próspero.
E a jovem caída, envolta de sangue puro. Pois qual era o seu motivo para se sacrificar?
Não voltou atrás, não desviou do caminho.
Mesmo que a morte viesse em chamas, ela foi em frente.
Destruiu as mentiras, sem qualquer benefício próprio.
Seu gesto glorioso recuperou o sangue do povo.
Agora todos entendiam o valor de seu coração.
Oferecido numa travessa de madeira, grande coração de ouro.
Por anos os tiranos sugaram toda a vitalidade de um reino próspero.
E sem saber, seriam derrotados por um nobre coração puro.
As vezes nada tem significado.
As vezes o nada tem significado.
Aquele coração dourado, reluzente como o sol, ah...
Sofreu até o fim sem nunca ter entendido o porquê.
Na Estrada.
Bato a porta do carro e saio cantando pneu.
Era um barulho tão estranho, que quase lembrava ferro estalando no asfalto.
Não importava, eu já estava distante de meus problemas nessa noite obscura.
Nós podemos acreditar na vida, e na forma como ela mostra tudo.
Destino, tímido destino. Mas completamente traiçoeiro em suas escolhas.
Boas traições, mas ainda sim, traições.
Em um minuto de respiração, você se cura, se consome, despenca e se comove.
Um minuto. O tempo suficiente para durar para sempre sua escolha desenfreada.
E eu aqui freiando meu carro envenenado, que corria a 150km/h em direção a qualquer porra abstrata.
Frio por dias, calor por horas. Anos a fio correndo numa estrada morna que foi desenhada exclusivamente à sua imagem e semelhança.
Todos nós, esperando apenas por um dia. Mais um dia.
Mais recomeços, mais meios, mais fins. Fins sem fins.
E essa porra louca deixa todos nós sãos. E salvos. Salvo a formigação de seu estômago.
Escreva ai: A lacuna sempre é preenchida.
Todo espaço se mantém cheio de ar até que seja preenchido. Ou seja, está sempre com algo.
E sua opção de correr por ai, com seu cintilante cabelo flutuando pelo ar te levará a algo.
Cedo ou tarde leva. Só olhar para o tempo e me mostrar o que falta.
Seja no branco do dia, no negro da noite ou na cor que tanto procuro. Mas falta.
Se hoje é preenchido de amargura, amanhã será de chocolate. Fosse amargo ou doce, mas algo estará lá.
Vocês todos estão convidados, entrem em meu Eclipse e curtam a viagem de espectador.
Exceto você, que escuta a súplica de meu coração. Você não.
Pode me entregar as pílulas e o brilho de primavera.
Pois mesmo que algumas palavras sejam tristes, o conjunto da obra as torna belas.
Afinal, elas saíram de sua boca, no exato momento em que estacionei em você.
Era um barulho tão estranho, que quase lembrava ferro estalando no asfalto.
Não importava, eu já estava distante de meus problemas nessa noite obscura.
Nós podemos acreditar na vida, e na forma como ela mostra tudo.
Destino, tímido destino. Mas completamente traiçoeiro em suas escolhas.
Boas traições, mas ainda sim, traições.
Em um minuto de respiração, você se cura, se consome, despenca e se comove.
Um minuto. O tempo suficiente para durar para sempre sua escolha desenfreada.
E eu aqui freiando meu carro envenenado, que corria a 150km/h em direção a qualquer porra abstrata.
Frio por dias, calor por horas. Anos a fio correndo numa estrada morna que foi desenhada exclusivamente à sua imagem e semelhança.
Todos nós, esperando apenas por um dia. Mais um dia.
Mais recomeços, mais meios, mais fins. Fins sem fins.
E essa porra louca deixa todos nós sãos. E salvos. Salvo a formigação de seu estômago.
Escreva ai: A lacuna sempre é preenchida.
Todo espaço se mantém cheio de ar até que seja preenchido. Ou seja, está sempre com algo.
E sua opção de correr por ai, com seu cintilante cabelo flutuando pelo ar te levará a algo.
Cedo ou tarde leva. Só olhar para o tempo e me mostrar o que falta.
Seja no branco do dia, no negro da noite ou na cor que tanto procuro. Mas falta.
Se hoje é preenchido de amargura, amanhã será de chocolate. Fosse amargo ou doce, mas algo estará lá.
Vocês todos estão convidados, entrem em meu Eclipse e curtam a viagem de espectador.
Exceto você, que escuta a súplica de meu coração. Você não.
Pode me entregar as pílulas e o brilho de primavera.
Pois mesmo que algumas palavras sejam tristes, o conjunto da obra as torna belas.
Afinal, elas saíram de sua boca, no exato momento em que estacionei em você.
17/03/2013
Omega.
Do princípio ao fim, levante essa calmaria sem fim.
Deus morreu e todos mostram apenas o Diabo.
Como pode, enfim, a humanidade não perceber, que o mais importante é estar bem consigo mesmo?
Onde estão as estátuas de Jesus? Os alcorões? Por onde anda os pingentes?
Eu não sei, mas encontro com total facilidade meu maço de cigarros. E me sinto bem assim.
Essa é a nossa realidade. Dentro de um inferno gelado, morremos quentes.
Podemos profanar nossos corpos, estuprar nossas mentes e liquefazer nossas almas. Mas nossa história, essa não pode ser nunca destruída.
O que fazemos aqui, fica aqui. Registrado em um livro, em uma história, ou em algumas mentes. Mas fica.
Ninguém pode parar isso.
Não paramos metrôs com nossas mãos. Não paramos espadas que furam nossas mãos.
Não pararemos o passado que não voltará.
Que tal fechar os olhos e enxergar seus pecados? Encontrar seu Deus onipotente.
Lembra como era quando nasceu? Nem deveria.
Parece que o mundo é uma roldana solta no espaço. Corre sem parar, quicando pelas estrelas.
Solitária, correndo atrás de uma resposta.
Acham mesmo que a resposta existe? E se existisse?
Sabe o que eu penso sobre esse mundo disléxico?
Que ele deveria ter mais cerveja.
E mais amor.
Deus morreu e todos mostram apenas o Diabo.
Como pode, enfim, a humanidade não perceber, que o mais importante é estar bem consigo mesmo?
Onde estão as estátuas de Jesus? Os alcorões? Por onde anda os pingentes?
Eu não sei, mas encontro com total facilidade meu maço de cigarros. E me sinto bem assim.
Essa é a nossa realidade. Dentro de um inferno gelado, morremos quentes.
Podemos profanar nossos corpos, estuprar nossas mentes e liquefazer nossas almas. Mas nossa história, essa não pode ser nunca destruída.
O que fazemos aqui, fica aqui. Registrado em um livro, em uma história, ou em algumas mentes. Mas fica.
Ninguém pode parar isso.
Não paramos metrôs com nossas mãos. Não paramos espadas que furam nossas mãos.
Não pararemos o passado que não voltará.
Que tal fechar os olhos e enxergar seus pecados? Encontrar seu Deus onipotente.
Lembra como era quando nasceu? Nem deveria.
Parece que o mundo é uma roldana solta no espaço. Corre sem parar, quicando pelas estrelas.
Solitária, correndo atrás de uma resposta.
Acham mesmo que a resposta existe? E se existisse?
Sabe o que eu penso sobre esse mundo disléxico?
Que ele deveria ter mais cerveja.
E mais amor.
Água.
Essa sua forma de falar, de encantar, de me encorajar.
Esse sorriso forçado, as vezes disfarçado, um tanto quanto embaraçado.
Queria sentir seu cheiro, te consumir por inteiro, feito a hora do relojoeiro.
Menospreze meu ser, me faça perceber, quero apenas saber.
O que te vale minha vida, essa minha parte descabida, completamente perdida?
Se em seu trono de rainha, esbanja toda sua ladainha, e então, adivinha?
Eu cansei de rimar.
Cansei de deixar no ar.
Passei a nadar no meu mar.
E do lado de fora, a chuva caia forte.
Acabei saindo pra encontrar minha sorte.
Não que isso lhe importe.
Simplesmente deixei a água bater em meu rosto, me limpar, me levar.
E renovado como estava, reparei que ainda me resta muita, muita força.
Sinceramente, eu não me importaria de passar todo o meu dia aqui, reaprendendo.
Não reaprendendo a amar, a andar ou a entender o mundo.
Mas reaprendendo a ser eu mesmo.
Esse sorriso forçado, as vezes disfarçado, um tanto quanto embaraçado.
Queria sentir seu cheiro, te consumir por inteiro, feito a hora do relojoeiro.
Menospreze meu ser, me faça perceber, quero apenas saber.
O que te vale minha vida, essa minha parte descabida, completamente perdida?
Se em seu trono de rainha, esbanja toda sua ladainha, e então, adivinha?
Eu cansei de rimar.
Cansei de deixar no ar.
Passei a nadar no meu mar.
E do lado de fora, a chuva caia forte.
Acabei saindo pra encontrar minha sorte.
Não que isso lhe importe.
Simplesmente deixei a água bater em meu rosto, me limpar, me levar.
E renovado como estava, reparei que ainda me resta muita, muita força.
Sinceramente, eu não me importaria de passar todo o meu dia aqui, reaprendendo.
Não reaprendendo a amar, a andar ou a entender o mundo.
Mas reaprendendo a ser eu mesmo.
09/03/2013
Caveirinha.
Julgo errado ter te feito tão mal em tão pouco tempo. Também julgo estar em eterna dívida contigo, moça. Contudo espero também não ser julgado pelo infortúnio de ter vivido em prol de te ver feliz. O mais irônico foi que nunca soube como te dar essa felicidade que tanto merece, sem ser errado. Tudo bem, o tempo passou, as coisas mudaram. Tudo muda, eis a graça do nosso universo elegante. Mas uma coisa em especial nunca mudou: Nunca deixou de ser a estrela em meu coração. Sabe aquela estrela que os times de futebol costuram em cima de seus escudos após conquistarem um campeonato? Você é a estrela dourada de meu peito, bordada com tanto esmero, que você mesma seria incapaz de arrancar ela de lá. Vamos lá, pode tentar se quiser! Pegue bisturi, alicate, serra elétrica... Não irá conseguir nada além de estraçalhar um pouco meu peito. Mas a estrela estará lá. Intacta. Perfeita. Assim como quando a costurei, a longos anos atrás, quando foi capaz de quebrar um encanto que me torturava a muito tempo. Tempo. Curador de tudo, não é mesmo? Tempo esse que te trouxe, que te levou, que te maltratou, que me maltratou. Erros. Mas nos momentos certos. Tristeza. Essa sim, eu queria nunca ter te proporcionado. Dói não ter correspondido as expectativas, mas perdoe-me, nunca achei que de fato eu seria alguém além de um melhor amigo. O que, em hipótese alguma, irá apagar momentos que hoje, prefiro guardar somente para mim, na inocência de não maltratar em mente quem eu tanto maltratei por conta de um grande defeito inconsciente em mim.
"Nesta noite eu virarei astronauta, para visitar minha estrela solitária. Querida, feche os olhos, está tudo bem."
E está. Enfim está.
Demorei muito, de verdade, para sentir meu coração aquietar, pois tudo o que eu mais quis para ti era a felicidade que tanto merecia, felicidade que eu nunca poderia proporcionar da forma correta.
Mas hoje, de verdade, eu sinto que meu coração já pode aquietar.
"Eu quero ser sua lua, enquanto você é meu sol. Se eu fosse um mago, pararia o tempo para eternizar nosso abraço."
Sempre estive certo sobre você ser uma estrela para mim, só não sabia que era tão grande o seu brilho em minha vida. Não é mesmo, caveirinha?
"Nesta noite eu virarei astronauta, para visitar minha estrela solitária. Querida, feche os olhos, está tudo bem."
E está. Enfim está.
Demorei muito, de verdade, para sentir meu coração aquietar, pois tudo o que eu mais quis para ti era a felicidade que tanto merecia, felicidade que eu nunca poderia proporcionar da forma correta.
Mas hoje, de verdade, eu sinto que meu coração já pode aquietar.
"Eu quero ser sua lua, enquanto você é meu sol. Se eu fosse um mago, pararia o tempo para eternizar nosso abraço."
Sempre estive certo sobre você ser uma estrela para mim, só não sabia que era tão grande o seu brilho em minha vida. Não é mesmo, caveirinha?
Diferente.
E lá estava ela, tão diferente. Não que ela fosse diferente, já que ela nunca mudou.
Diferente era a forma como eu a olhava. Como eu dirigia a palavra a ela.
Ela. Diferente mas tão igual, e tão ali.
Ali, tão distante mas tão perto. E perto demais de meu peito para estar longe demais de minha casa.
Daí foi um estalo para hesitar. E eu não sabia descrever essa sensação estranha que me dominava, mas se eu for tentar, seria algo como tremer meus joelhos e formigar minhas mãos.
Não importava. Nada importava. Ao menos para mim.
E mesmo que meus braços quisessem jogá-la na parede para consumir o pecaminoso ato de esquecer, eu não o fiz. Parecia incorreto naquela altura do campeonato.
E que campeonato disputado. Por anos disputado, sem ninguém saindo vencedor.
Tanto tempo que passava, e essa linha que não rompia. Linha de nylon, diferente da tradicional linha de seda que eu costumava costurar meu coração já absurdamente remendado.
Ali, entre costuras e retalhos eu achava você, novamente você.
Diferente.
Diferente para meus olhos, mesmo que nunca tivesse mudado um único centímetro de seu corpo formoso.
Mas em um passe de magica, percebi a verdade: Fazia muito tempo que eu andava trancado em minha própria mente, sendo só agora possível dar um passo rumo ao milagre que era esperar a noite para poder te abraçar e lhe arrancar sorrisos doces.
Mas ainda não seria essa noite que eu lhe tiraria para dançar. Mesmo a lua brilhando tão bela em céu ríspido, um fato não havia mudado até aqui: Você é diferente, mas tão igual a mim.
Diferente era a forma como eu a olhava. Como eu dirigia a palavra a ela.
Ela. Diferente mas tão igual, e tão ali.
Ali, tão distante mas tão perto. E perto demais de meu peito para estar longe demais de minha casa.
Daí foi um estalo para hesitar. E eu não sabia descrever essa sensação estranha que me dominava, mas se eu for tentar, seria algo como tremer meus joelhos e formigar minhas mãos.
Não importava. Nada importava. Ao menos para mim.
E mesmo que meus braços quisessem jogá-la na parede para consumir o pecaminoso ato de esquecer, eu não o fiz. Parecia incorreto naquela altura do campeonato.
E que campeonato disputado. Por anos disputado, sem ninguém saindo vencedor.
Tanto tempo que passava, e essa linha que não rompia. Linha de nylon, diferente da tradicional linha de seda que eu costumava costurar meu coração já absurdamente remendado.
Ali, entre costuras e retalhos eu achava você, novamente você.
Diferente.
Diferente para meus olhos, mesmo que nunca tivesse mudado um único centímetro de seu corpo formoso.
Mas em um passe de magica, percebi a verdade: Fazia muito tempo que eu andava trancado em minha própria mente, sendo só agora possível dar um passo rumo ao milagre que era esperar a noite para poder te abraçar e lhe arrancar sorrisos doces.
Mas ainda não seria essa noite que eu lhe tiraria para dançar. Mesmo a lua brilhando tão bela em céu ríspido, um fato não havia mudado até aqui: Você é diferente, mas tão igual a mim.
06/03/2013
Inútil.
Todos nós precisamos de ajuda, mas não necessariamente de amigos.
Estou aqui com meus problemas, trocando as promessas.
Eu gosto de ser feliz, mas o drink chama o fim.
Eu perdi todos os meus amigos, eu perdi no final, com ela dizendo:
- Amadureça pequeno garoto, você está muito abaixo do que pode alcançar. Esse é seu turno para voltar a lutar! Você está muito abaixo do que pode alcançar.
E quando enfim descobri a vida feliz, todos já haviam fugido de mim.
Caindo vertiginosamente, sendo o inútil pedaço fraco de sua existência.
Eu gosto de ser feliz, mas sua música toca para mim.
Eu perdi todos os meus amigos, eu perdi no final, com ela dizendo:
- Amadureça pequeno garoto, você está muito abaixo do que pode alcançar. Esse é seu turno para voltar a lutar! Você está muito abaixo do que pode alcançar.
Eu estou errado, eu não tenho como mudar.
Vou me corrigindo, mas sou um inútil.
Eu tenho como mudar, estou sempre certo.
Nunca me corrijo, mesmo no final, com ela dizendo:
- Amadureça pequeno garoto, você está muito abaixo do que pode alcançar. Esse é seu turno para voltar a lutar! Você está muito abaixo do que pode alcançar.
Estou aqui com meus problemas, trocando as promessas.
Eu gosto de ser feliz, mas o drink chama o fim.
Eu perdi todos os meus amigos, eu perdi no final, com ela dizendo:
- Amadureça pequeno garoto, você está muito abaixo do que pode alcançar. Esse é seu turno para voltar a lutar! Você está muito abaixo do que pode alcançar.
E quando enfim descobri a vida feliz, todos já haviam fugido de mim.
Caindo vertiginosamente, sendo o inútil pedaço fraco de sua existência.
Eu gosto de ser feliz, mas sua música toca para mim.
Eu perdi todos os meus amigos, eu perdi no final, com ela dizendo:
- Amadureça pequeno garoto, você está muito abaixo do que pode alcançar. Esse é seu turno para voltar a lutar! Você está muito abaixo do que pode alcançar.
Eu estou errado, eu não tenho como mudar.
Vou me corrigindo, mas sou um inútil.
Eu tenho como mudar, estou sempre certo.
Nunca me corrijo, mesmo no final, com ela dizendo:
- Amadureça pequeno garoto, você está muito abaixo do que pode alcançar. Esse é seu turno para voltar a lutar! Você está muito abaixo do que pode alcançar.
Tão Natural Como a Luz do Dia.
Eu tava errado, mas quero te mostrar que existe um lado bom nessa história.
Viver, cantar, sem se importar com os dias à nossa frente.
Sem levar a sério, a vida por si só já é séria demais.
Vida que me ensinou a lutar pelo que é meu.
Que me ensinou a sincronizar meus sonhos com você, mesmo andando no meio da multidão.
Mas a realidade bate na nossa porta, não adianta também fugir.
Seja as dez horas da manhã, ou à meia-noite. Não tem hora pra mostrar o dia D.
A vida precisa de atenção, de alguém pra conversar.
Não a deixe de lado, você pode acabar pagando.
Aprenda a cuidar de quem corre do seu lado, de quem quer seu bem.
E se quiser relaxar, embala, dá uma festa, toca pro puteiro.
O tempo é rei. A vida, uma lição.
Vi você crescer, ganhar sua experiência.
Ah... tem gente que reclama da vida o tempo todo.
E realmente é difícil ficar longe de você.
Mas se realmente você estivesse aqui, na minha presença.
Eu saberia o que você diria sobre nós.
Viver, cantar, sem se importar com os dias à nossa frente.
Sem levar a sério, a vida por si só já é séria demais.
Vida que me ensinou a lutar pelo que é meu.
Que me ensinou a sincronizar meus sonhos com você, mesmo andando no meio da multidão.
Mas a realidade bate na nossa porta, não adianta também fugir.
Seja as dez horas da manhã, ou à meia-noite. Não tem hora pra mostrar o dia D.
A vida precisa de atenção, de alguém pra conversar.
Não a deixe de lado, você pode acabar pagando.
Aprenda a cuidar de quem corre do seu lado, de quem quer seu bem.
E se quiser relaxar, embala, dá uma festa, toca pro puteiro.
O tempo é rei. A vida, uma lição.
Vi você crescer, ganhar sua experiência.
Ah... tem gente que reclama da vida o tempo todo.
E realmente é difícil ficar longe de você.
Mas se realmente você estivesse aqui, na minha presença.
Eu saberia o que você diria sobre nós.
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