Sou dono do meu mundo, vivo mundo, novo mundo.
Mundo belo, mundo eterno.
Mundo aquele que todos invejam.
Meu mundo, nosso mundo.
Mundo aquele que viveremos felizes.
Nesse mundo, nenhum mundo.
Esses mundos sujos não contaminam meu mundo.
Mundo alegre, mundo feliz.
Sorriam todos para o meu mundo.
Esse mundo, é o meu mundo.
Mundo esse que é meu.
Viva meu mundo, seja meu mundo.
Ame meu mundo, meu mundo é seu.
Mundo musical, mundo animal.
Mundo de desejos, mundo de sonhos.
Mundo perfeito, mundo apaixonante.
Você é o meu mundo.
E meu mundo é muito meu.
31/05/2012
29/05/2012
Este Mundo Frio.
No meu passado eu procuro algo bom, bom para me fazer esquecer do passado.
Mas só guardamos lembranças ruins, lembranças tristes, deste mundo frio.
Mentiras que destruíram, verdades que doeram.
Só nos resta caminhar sozinho, sem querer se importar, com este mundo frio.
Todos seguindo este caminho, esperando medos.
Todos fugindo em tom uníssono, deste mundo frio.
Ninguém quer nos salvar, despiram nossa coragem.
Pobres almas que nunca brilham, querem sair deste mundo frio.
As flautas tocaram, sinal que a hora chegou.
O trem irá partir, adeus aos pecadores.
Chorem pelo caminho, todos estão solitários.
Só nos restou a aceitação, por este mundo frio.
Mas só guardamos lembranças ruins, lembranças tristes, deste mundo frio.
Mentiras que destruíram, verdades que doeram.
Só nos resta caminhar sozinho, sem querer se importar, com este mundo frio.
Todos seguindo este caminho, esperando medos.
Todos fugindo em tom uníssono, deste mundo frio.
Ninguém quer nos salvar, despiram nossa coragem.
Pobres almas que nunca brilham, querem sair deste mundo frio.
As flautas tocaram, sinal que a hora chegou.
O trem irá partir, adeus aos pecadores.
Chorem pelo caminho, todos estão solitários.
Só nos restou a aceitação, por este mundo frio.
Última Primeira Noite.
Meu doce sonho, não tenho você aqui comigo.
Minha doce criança, você está tão longe.
Eu não guardo pretensões, mas você sabe, não vivemos sozinhos.
Uma noite, o chevette ligado, quente, a fumaça batia com fervor em nossos rostos.
Lembranças de uma noite perfeita, você e eu.
Essa noite, tudo o que tivemos para viver, não precisamos de mais nada.
Nossos olhares se trocaram, esperando a luz da manhã.
Os sinos dobravam, avisavam, o segundo sol iria vir.
E fazer jus aos poemas dos mortos.
Penso um pouco em nós dois.
Toda uma espera por perfeição.
A promessa de vida eterna.
Sua promessa de vida eterna.
O tempo passou, nunca pegue minha mão.
Não olhe para cá, o que passou não voltará.
Destranque seu coração, fique sem proteção.
Não que eu queira entrar, você nunca deveria esperar.
Minha doce criança, você está tão longe.
Eu não guardo pretensões, mas você sabe, não vivemos sozinhos.
Uma noite, o chevette ligado, quente, a fumaça batia com fervor em nossos rostos.
Lembranças de uma noite perfeita, você e eu.
Essa noite, tudo o que tivemos para viver, não precisamos de mais nada.
Nossos olhares se trocaram, esperando a luz da manhã.
Os sinos dobravam, avisavam, o segundo sol iria vir.
E fazer jus aos poemas dos mortos.
Penso um pouco em nós dois.
Toda uma espera por perfeição.
A promessa de vida eterna.
Sua promessa de vida eterna.
O tempo passou, nunca pegue minha mão.
Não olhe para cá, o que passou não voltará.
Destranque seu coração, fique sem proteção.
Não que eu queira entrar, você nunca deveria esperar.
Será mesmo que existe?
Nunca iremos subir, nunca estaremos bem.
Nunca haverá final feliz para isso tudo.
Nunca iremos ver, nunca teremos paz.
Esta verdade dói e queima dentro de mim.
Nunca controlaremos isso, nunca brincaremos felizes.
Nunca cumpriremos nosso ritual macabro.
Nunca iremos ver, nunca teremos paz.
Esta verdade dói e queima dentro de mim.
Andando pelas ruas da inexistente vida eterna, vi uma luz branca que brilhava e dizia que tudo que os seres inferiores procuram é uma idiotice, e que apenas precisávamos enfrentar nossas verdades.
Nunca te disse, nunca fiz questão.
Nunca te amei, nunca amaria.
Nunca iremos ver, nunca teremos paz.
Esta verdade dói e queima dentro de mim.
Nunca te chamei de pai, nunca espiritualizei.
Nunca deixei que abrisse suas mãos, Nunca quis voar.
Nunca iremos ver, nunca teremos paz.
Esta verdade dói e queima dentro de mim.
Nunca haverá final feliz para isso tudo.
Nunca iremos ver, nunca teremos paz.
Esta verdade dói e queima dentro de mim.
Nunca controlaremos isso, nunca brincaremos felizes.
Nunca cumpriremos nosso ritual macabro.
Nunca iremos ver, nunca teremos paz.
Esta verdade dói e queima dentro de mim.
Andando pelas ruas da inexistente vida eterna, vi uma luz branca que brilhava e dizia que tudo que os seres inferiores procuram é uma idiotice, e que apenas precisávamos enfrentar nossas verdades.
Nunca te disse, nunca fiz questão.
Nunca te amei, nunca amaria.
Nunca iremos ver, nunca teremos paz.
Esta verdade dói e queima dentro de mim.
Nunca te chamei de pai, nunca espiritualizei.
Nunca deixei que abrisse suas mãos, Nunca quis voar.
Nunca iremos ver, nunca teremos paz.
Esta verdade dói e queima dentro de mim.
Eu Sou Falso!
Oh Deus, que horrível! Tudo o que eu não queria aconteceu!
E agora? E agora? Já nem sei mais o que fazer!
Saiu do controle, não dá para parar, só peço para você não se arrepender.
Olhe para mim agora, eu sou falso! Falso, falso, falso, em bom eco.
Tudo bem, é verdade, eu menti sobre aquele dia.
Mas e você? Nunca foi sincero aquele dia!
Mesmo assim eu quero, mesmo que seja sua fantasia.
Eu quero te ver hoje, te estuprar, e dizer que sou um falso!
Olhe para mim agora, deixe ecoar bem alto:
Eu sou um falso.
E agora? E agora? Já nem sei mais o que fazer!
Saiu do controle, não dá para parar, só peço para você não se arrepender.
Olhe para mim agora, eu sou falso! Falso, falso, falso, em bom eco.
Tudo bem, é verdade, eu menti sobre aquele dia.
Mas e você? Nunca foi sincero aquele dia!
Mesmo assim eu quero, mesmo que seja sua fantasia.
Eu quero te ver hoje, te estuprar, e dizer que sou um falso!
Olhe para mim agora, deixe ecoar bem alto:
Eu sou um falso.
Mudo.
Os fragmentos de minha mente ficaram para trás.
Me fazem olhar para trás.
Você nunca pode escolher se iria morrer.
Os fragmentos de minha mente, criaram esta dor.
Me emudeceu.
Você nunca pode escolher ser mudo.
As armas estão sobre a mesa, será que vocês sabem usar?
Todo esse sangue derramado na terra, será que tem salvação?
Desgraça!
Olhe ao seu redor, aproveite bem.
Tudo está ai porque alguém quis.
E por quê? Qual o motivo dessa idiotice?
Me emudeceu, nunca fomos capazes de escolher entre falar, e ser mudo.
Justo nós, seres pequenos.
Me fazem olhar para trás.
Você nunca pode escolher se iria morrer.
Os fragmentos de minha mente, criaram esta dor.
Me emudeceu.
Você nunca pode escolher ser mudo.
As armas estão sobre a mesa, será que vocês sabem usar?
Todo esse sangue derramado na terra, será que tem salvação?
Desgraça!
Olhe ao seu redor, aproveite bem.
Tudo está ai porque alguém quis.
E por quê? Qual o motivo dessa idiotice?
Me emudeceu, nunca fomos capazes de escolher entre falar, e ser mudo.
Justo nós, seres pequenos.
A Realidade é Real?
Eu vi o mundo mudar por medo.
Eu vi criações da falsa imaginação.
Eu nem lembro mais como era fácil ver.
Só espero e sangro.
Nenhum de nós muda a própria vida.
Pegue seu macaco, molde ele.
Cale a boca, tente ser realista!
Vermes inúteis da sociedade não tem vez aqui.
Portas fechadas.
Janelas abertas.
Chaves da mente.
Imenso rancor.
O fim veio para escrever meu nome.
E não, não irei ter uma nova chance.
Joguei o dado, pode ver, lá diz que eu perdi.
Tudo pelo porquê iremos morrer.
Só vou esperar e sangrar.
Eu vi criações da falsa imaginação.
Eu nem lembro mais como era fácil ver.
Só espero e sangro.
Nenhum de nós muda a própria vida.
Pegue seu macaco, molde ele.
Cale a boca, tente ser realista!
Vermes inúteis da sociedade não tem vez aqui.
Portas fechadas.
Janelas abertas.
Chaves da mente.
Imenso rancor.
O fim veio para escrever meu nome.
E não, não irei ter uma nova chance.
Joguei o dado, pode ver, lá diz que eu perdi.
Tudo pelo porquê iremos morrer.
Só vou esperar e sangrar.
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Presa no lixo de almas, vendo a maldição.
Andas perseguindo o altar, pelas ruas sem direção.
Eu hipnotizo você. Eu confundo você. Blasfemo contra tudo.
Agora sua alma está morta, seu brilho veio comigo.
Tomarei toda sua vitalidade restante, acredito em seu final trágico.
Venham, vamos todos assistir ao fim da garota cruel.
Todos estão rindo de você agora.
Poderia até ser engraçado para mim também, criança.
Mas a muito tempo eu não tenho senso de humor.
Minha cara, você irá morrer psicológicamente, e eu não farei nada pra impedir isso.
Andas perseguindo o altar, pelas ruas sem direção.
Eu hipnotizo você. Eu confundo você. Blasfemo contra tudo.
Agora sua alma está morta, seu brilho veio comigo.
Tomarei toda sua vitalidade restante, acredito em seu final trágico.
Venham, vamos todos assistir ao fim da garota cruel.
Todos estão rindo de você agora.
Poderia até ser engraçado para mim também, criança.
Mas a muito tempo eu não tenho senso de humor.
Minha cara, você irá morrer psicológicamente, e eu não farei nada pra impedir isso.
28/05/2012
Xadrez.
Aquele balançar das mãos, o olhar penetrante, a respiração ofegante.
Situação corriqueira para o jogador de xadrez.
Iludido, decidido, tem um brilho instigante.
Como manter viva sua lucidez?
Eis a pergunta chave, afinal, ele estava a beira da loucura.
Torre, cavalo, rainha, ele mesmo.
Não existe mais fé, tampouco cura.
Naquele instante, sua vida ficava a esmo.
Mais que isso, o suor balançava em sua testa.
Nenhum movimento mais a fazer, terminava sua vez.
A esperança de um erro inimigo é o que lhe resta.
Nesse jogo, ah, ninguém vive de talvez.
Eis sua vida transposta num tabuleiro.
Seu oponente, diante do arremate.
A derrota moral, consumada por inteiro.
Feche seu caixão, xeque-mate.
Situação corriqueira para o jogador de xadrez.
Iludido, decidido, tem um brilho instigante.
Como manter viva sua lucidez?
Eis a pergunta chave, afinal, ele estava a beira da loucura.
Torre, cavalo, rainha, ele mesmo.
Não existe mais fé, tampouco cura.
Naquele instante, sua vida ficava a esmo.
Mais que isso, o suor balançava em sua testa.
Nenhum movimento mais a fazer, terminava sua vez.
A esperança de um erro inimigo é o que lhe resta.
Nesse jogo, ah, ninguém vive de talvez.
Eis sua vida transposta num tabuleiro.
Seu oponente, diante do arremate.
A derrota moral, consumada por inteiro.
Feche seu caixão, xeque-mate.
25/05/2012
O Vendedor de Frutas.
Acorda, olha no espelho.
Pega a camisa, boina, abotoa a camisa.
Toma um café, bem forte.
Pega a cestinha, e sai.
Vendedor de frutas, aonde vai você?
Ele já foi.
Saiu para vender suas frutinhas de faz-de-conta.
Vende a preço de custo suas ilusões.
Tem a Maçã-que-nunca-foi-amor.
Tem Laranja-triste.
Tem Morango-da-discórdia.
Ah, meu preferido, a Melancia-dos-sonhos-inexistentes.
E ele vendia bem.
Todos adoravam comprar suas frutas do mundo da imaginação.
Ele, vendedor nato, sempre teve a lábia.
Contava todas as vantagens e explicava as significatividades.
A cada fruta, a cura para seu male.
E assim vivia o nosso amigo, enganando a todos.
De seu avental branco, sempre tirava o borrifador.
Molhava aquelas frutas viçosas, vívidas e coloridas.
E tão vazias por dentro.
Era uma explosão de significados inexistentes que, talvez comprassem por pena.
O vendedor viveu essa rotina por longos 22 anos.
Cansativo sentido anti-horário, horário inverso, sem horário.
Tempo perdido para nosso vendedor que, quis vender amora a peso de melancia.
O vendedor de sonhos que não aconteceram.
Alguns acreditavam em suas vendas. Outros o ignoravam.
Havia ainda, os que lamentassem suas mentiras.
Ele realmente queria acreditar no poder faceiro de suas frutas.
Mas de elegante e apurado, suas frutas não tinham nada.
Demorou né, vendedor?
Pra você tirar a boina, o avental, a máscara.
Nem só de súplica você precisa viver.
Afinal, agora é que começou de verdade a vida para você.
Celebre esse novo momento, singelo momento.
Porque agora sim, você tem motivos de sobra para comer sua m²açã-do-amor.
Pega a camisa, boina, abotoa a camisa.
Toma um café, bem forte.
Pega a cestinha, e sai.
Vendedor de frutas, aonde vai você?
Ele já foi.
Saiu para vender suas frutinhas de faz-de-conta.
Vende a preço de custo suas ilusões.
Tem a Maçã-que-nunca-foi-amor.
Tem Laranja-triste.
Tem Morango-da-discórdia.
Ah, meu preferido, a Melancia-dos-sonhos-inexistentes.
E ele vendia bem.
Todos adoravam comprar suas frutas do mundo da imaginação.
Ele, vendedor nato, sempre teve a lábia.
Contava todas as vantagens e explicava as significatividades.
A cada fruta, a cura para seu male.
E assim vivia o nosso amigo, enganando a todos.
De seu avental branco, sempre tirava o borrifador.
Molhava aquelas frutas viçosas, vívidas e coloridas.
E tão vazias por dentro.
Era uma explosão de significados inexistentes que, talvez comprassem por pena.
O vendedor viveu essa rotina por longos 22 anos.
Cansativo sentido anti-horário, horário inverso, sem horário.
Tempo perdido para nosso vendedor que, quis vender amora a peso de melancia.
O vendedor de sonhos que não aconteceram.
Alguns acreditavam em suas vendas. Outros o ignoravam.
Havia ainda, os que lamentassem suas mentiras.
Ele realmente queria acreditar no poder faceiro de suas frutas.
Mas de elegante e apurado, suas frutas não tinham nada.
Demorou né, vendedor?
Pra você tirar a boina, o avental, a máscara.
Nem só de súplica você precisa viver.
Afinal, agora é que começou de verdade a vida para você.
Celebre esse novo momento, singelo momento.
Porque agora sim, você tem motivos de sobra para comer sua m²açã-do-amor.
24/05/2012
Um mês, apenas um mês.
A algum tempo, morria aqui um homem.
Em honra e nome de um putrefato ex-ser.
Vai, foi e não fez falta.
Ele se foi, nas cinzas do cigarro.
Voou, se espalhou pelo vento.
Se dissipou.
Fora de si, algo ficou.
Os cacos caíram, alguém juntou.
Você veio até a mim, e eu percebi.
Meus sentidos já tinham sumido, então voltaram.
Me diga, você planejou isso?
Juntar pedaços, acreditar no desconhecido.
Um desconhecido.
Um zé ninguém.
Homem que se afoga, em sentimentos que não existiram.
Sem bóia, sem colete, sem prancha.
Afunda, feito pedra.
Intacto, e sem luta.
Você planejou isso?
Salvar e reanimar o inanimado.
Ninguém virava alguém novamente.
Isso se tornava homem.
Sabe aquele tempo que perdi?
Eu passarei a viver com você.
Aquele amor que eu nunca vivi?
Agora eu vivo com você.
Minhas condições você aceitou.
Você me salvou.
Em honra e nome de um putrefato ex-ser.
Vai, foi e não fez falta.
Ele se foi, nas cinzas do cigarro.
Voou, se espalhou pelo vento.
Se dissipou.
Fora de si, algo ficou.
Os cacos caíram, alguém juntou.
Você veio até a mim, e eu percebi.
Meus sentidos já tinham sumido, então voltaram.
Me diga, você planejou isso?
Juntar pedaços, acreditar no desconhecido.
Um desconhecido.
Um zé ninguém.
Homem que se afoga, em sentimentos que não existiram.
Sem bóia, sem colete, sem prancha.
Afunda, feito pedra.
Intacto, e sem luta.
Você planejou isso?
Salvar e reanimar o inanimado.
Ninguém virava alguém novamente.
Isso se tornava homem.
Sabe aquele tempo que perdi?
Eu passarei a viver com você.
Aquele amor que eu nunca vivi?
Agora eu vivo com você.
Minhas condições você aceitou.
Você me salvou.
18/05/2012
Uma dose de humanidade, por favor.
Estamos todos confortáveis em nossas casas.
Enquanto a dor, a escuridão... ela consome o mundo.
Andamos todos com armas na mão, procurando luz.
A insanidade nos faz chorar. Sim, ela é perversa.
Qual o motivo? Porque isso acontece?
São tempos difíceis para nós, humanos.
Meu peito chora enquanto minha boca sorri.
São tempos difíceis para nós, humanos.
Por onde anda a compreensão?
O carinho?
Amar ao próximo...
Tudo que vejo, é fome. É a miséria.
Vejo corpos secos, sedentos.
Não por comida, mas por compreensão.
Um pedaço de pão, e um de compaixão.
Comemoramos a cada dia, uma vida vazia, e sem escrúpulos.
Bebemos martini. Cerveja e coca-cola.
É um amargo sabor, um aperto... Dor.
Ninguém sofre pelo outro. O outro sofre por todos nós.
A harmonia do mundo, se foi?
Nunca existiu.
Um mundo quente, um mundo frio.
Estamos bêbados de sofrimento.
Poderíamos puxar um do forte agora.
Anestesiar a dor mundial.
Mas de que adiantaria ressacar esse mundo covarde?
Enquanto caminho e desvendo o mundo, dou passos pra trás.
Não se avança. Não se vive.
Morremos no momento que nascemos.
Só há dor.
Dor de alma, de coração.
Um prato de amor, por favor.
A áfrica, o Haiti, nossas favelas.
Armas. Fome. Corrupção.
O homem é o homem.
O homem é o diabo.
Deus é o homem.
Deus é o diabo.
Enquanto vivermos num falso conto de fadas.
Tudo que os inocentes terão de temer, é justamente a sua inocência.
Pois de nossa terra, é sugada nossa vida.
Toda esperança se foi? Eu sempre quis saber.
O aperto vem, a melodia me faria chorar.
O mundo precisa de algo muito simples.
Uma palavra derivada de nós, humanos:
Humanidade.
Enquanto a dor, a escuridão... ela consome o mundo.
Andamos todos com armas na mão, procurando luz.
A insanidade nos faz chorar. Sim, ela é perversa.
Qual o motivo? Porque isso acontece?
São tempos difíceis para nós, humanos.
Meu peito chora enquanto minha boca sorri.
São tempos difíceis para nós, humanos.
Por onde anda a compreensão?
O carinho?
Amar ao próximo...
Tudo que vejo, é fome. É a miséria.
Vejo corpos secos, sedentos.
Não por comida, mas por compreensão.
Um pedaço de pão, e um de compaixão.
Comemoramos a cada dia, uma vida vazia, e sem escrúpulos.
Bebemos martini. Cerveja e coca-cola.
É um amargo sabor, um aperto... Dor.
Ninguém sofre pelo outro. O outro sofre por todos nós.
A harmonia do mundo, se foi?
Nunca existiu.
Um mundo quente, um mundo frio.
Estamos bêbados de sofrimento.
Poderíamos puxar um do forte agora.
Anestesiar a dor mundial.
Mas de que adiantaria ressacar esse mundo covarde?
Enquanto caminho e desvendo o mundo, dou passos pra trás.
Não se avança. Não se vive.
Morremos no momento que nascemos.
Só há dor.
Dor de alma, de coração.
Um prato de amor, por favor.
A áfrica, o Haiti, nossas favelas.
Armas. Fome. Corrupção.
O homem é o homem.
O homem é o diabo.
Deus é o homem.
Deus é o diabo.
Enquanto vivermos num falso conto de fadas.
Tudo que os inocentes terão de temer, é justamente a sua inocência.
Pois de nossa terra, é sugada nossa vida.
Toda esperança se foi? Eu sempre quis saber.
O aperto vem, a melodia me faria chorar.
O mundo precisa de algo muito simples.
Uma palavra derivada de nós, humanos:
Humanidade.
16/05/2012
Designer Gráfico.
Sempre me perguntei porque diabos eu não era um bom artista.
Vejam bem. Eu não me considero bom com textos, por mais que eu escreva tanto.
Nunca fui bom cantando, muito menos com instrumentos.
E nossa, como eu desenho mal.
Atuar eu não sei se seria uma boa ideia.
E comediante "na mesma praça, no mesmo banco...".
Enfim.
Sempre fui muito frustrado por isso. E nossa, eu amo arte. Qualquer que seja.
É o hobby mais fantástico do mundo.
Poder sentar, e tocar uma música no violão. Ou puxar seu caderno e desenhar sem motivo algum.
Até por isso me expresso tanto por palavras aqui.
Escrevo como se não houvesse amanhã. Porque eu preciso me expressar de alguma forma, pro mundo.
Isso lateja dentro de mim. Pulsa.
E meu, as vezes esqueço que, já fazem quase 10 anos desde que decidi sentar ao lado do meu primo pra aprender um pouco mais daquilo que seria hoje a minha fonte única de renda: Design gráfico.
Diabos, eu não sou designer. Sou "arte-finalista".
Isso soa bonito pra quem não quer ser chamado de tapa-buraco.
Mas a verdade, é que eu lido por tanto tempo com algo tão interessante, tão importante, e por muitas vezes nego!
Demorei quase 10 anos pra me orgulhar do que sou.
Aspirante a designer gráfico.
É chato. É estressante. Beira o extremismo do absurdo.
E é recompensador.
Hoje eu tenho mais de 500 filhos meus na rua. Nas mãos das pessoas, nos bolsos, em cima da loja delas.
E é incrível o como eu te menosprezo. Ser um (quase) designer sempre foi algo que me fizesse sentir raiva.
- Ah, mas não foi o que eu quis pra minha vida! Eu quero ser professor de história!
Não. Era o que eu queria pra minha vida.
Senão, eu nunca teria sentado naquele banquinho, ao lado do meu primo, e teria aprendido em 2 dias o que muitos levaram meses para aprender.
Eu, hoje, ainda estou longe de ser o mestre do CorelDraw, e mais distante ainda de ser o Senhor Photoshop.
Basta dizer que, eu não sei mexer com, no mínimo, 50% do que um designer deve mexer.
Mas tive ótimos professores.
Não só do ofício, mas da moral.
Ser designer é ser apaixonado pelo que faz.
E eu escondi por quase uma vida esse meu amor por você.
Você, que não me trouxe muito, mas tudo do que tenho, você me proporcionou.
E não me refiro só ao material.
Senso ética, moral, conduta.
Amizade.
Me abriu portas de conhecimento além do seu próprio âmbito.
Eu fui, sou e serei eternamente grato a ti.
E prometo que a partir de hoje vou me dedicar mais a ti, pois hoje acordei decidido de algo que eu deveria estar a muito decidido:
Ser um designer.
E isso respondeu a minha eterna pergunta do "por quê eu não sou artista?"
Eu sou. Só um pouquinho diferente de vocês. :D
Vejam bem. Eu não me considero bom com textos, por mais que eu escreva tanto.
Nunca fui bom cantando, muito menos com instrumentos.
E nossa, como eu desenho mal.
Atuar eu não sei se seria uma boa ideia.
E comediante "na mesma praça, no mesmo banco...".
Enfim.
Sempre fui muito frustrado por isso. E nossa, eu amo arte. Qualquer que seja.
É o hobby mais fantástico do mundo.
Poder sentar, e tocar uma música no violão. Ou puxar seu caderno e desenhar sem motivo algum.
Até por isso me expresso tanto por palavras aqui.
Escrevo como se não houvesse amanhã. Porque eu preciso me expressar de alguma forma, pro mundo.
Isso lateja dentro de mim. Pulsa.
E meu, as vezes esqueço que, já fazem quase 10 anos desde que decidi sentar ao lado do meu primo pra aprender um pouco mais daquilo que seria hoje a minha fonte única de renda: Design gráfico.
Diabos, eu não sou designer. Sou "arte-finalista".
Isso soa bonito pra quem não quer ser chamado de tapa-buraco.
Mas a verdade, é que eu lido por tanto tempo com algo tão interessante, tão importante, e por muitas vezes nego!
Demorei quase 10 anos pra me orgulhar do que sou.
Aspirante a designer gráfico.
É chato. É estressante. Beira o extremismo do absurdo.
E é recompensador.
Hoje eu tenho mais de 500 filhos meus na rua. Nas mãos das pessoas, nos bolsos, em cima da loja delas.
E é incrível o como eu te menosprezo. Ser um (quase) designer sempre foi algo que me fizesse sentir raiva.
- Ah, mas não foi o que eu quis pra minha vida! Eu quero ser professor de história!
Não. Era o que eu queria pra minha vida.
Senão, eu nunca teria sentado naquele banquinho, ao lado do meu primo, e teria aprendido em 2 dias o que muitos levaram meses para aprender.
Eu, hoje, ainda estou longe de ser o mestre do CorelDraw, e mais distante ainda de ser o Senhor Photoshop.
Basta dizer que, eu não sei mexer com, no mínimo, 50% do que um designer deve mexer.
Mas tive ótimos professores.
Não só do ofício, mas da moral.
Ser designer é ser apaixonado pelo que faz.
E eu escondi por quase uma vida esse meu amor por você.
Você, que não me trouxe muito, mas tudo do que tenho, você me proporcionou.
E não me refiro só ao material.
Senso ética, moral, conduta.
Amizade.
Me abriu portas de conhecimento além do seu próprio âmbito.
Eu fui, sou e serei eternamente grato a ti.
E prometo que a partir de hoje vou me dedicar mais a ti, pois hoje acordei decidido de algo que eu deveria estar a muito decidido:
Ser um designer.
E isso respondeu a minha eterna pergunta do "por quê eu não sou artista?"
Eu sou. Só um pouquinho diferente de vocês. :D
14/05/2012
Esquimós.
Tarde de dia nublado e frio.
Friozinho, que me lembra você.
Me lembra e me traz momentos tão nítidos, cheios de vida.
Sinto até meu corpo levemente vibrar pedindo o encontro do seu.
Sinto sua cabeça se esgueirando em meu ombro.
Seu olhar que, pra mim, não é mais perdido, a me fitar.
Seu narizinho gelado, sua voz embargada de sono.
Estava frio, mas era quente.
Tanto que, eu trocaria mil dias quentes por um dia gelado daqueles.
Fico perplexo no quanto as coisas evoluem.
Aquele momento, em que até a pior situação, ou a mais inusitada, pode se tornar agradável, com a presença de uma única pessoa.
E é assim como me sinto hoje: Todos os momentos da minha vida, são agradáveis.
Pois de alguma forma sobrenatural, você se impregnou em mim. Sua presença é simplesmente perceptível.
Basta aos que vêem meu sorriso.
Isso me faz sentir eternamente sua cabeça em meu ombro, pedindo minha proteção, ao mesmo tempo que me aquece.
Uma troca mútua.
Aquilo que eu sempre procurei.
Friozinho, que me lembra você.
Me lembra e me traz momentos tão nítidos, cheios de vida.
Sinto até meu corpo levemente vibrar pedindo o encontro do seu.
Sinto sua cabeça se esgueirando em meu ombro.
Seu olhar que, pra mim, não é mais perdido, a me fitar.
Seu narizinho gelado, sua voz embargada de sono.
Estava frio, mas era quente.
Tanto que, eu trocaria mil dias quentes por um dia gelado daqueles.
Fico perplexo no quanto as coisas evoluem.
Aquele momento, em que até a pior situação, ou a mais inusitada, pode se tornar agradável, com a presença de uma única pessoa.
E é assim como me sinto hoje: Todos os momentos da minha vida, são agradáveis.
Pois de alguma forma sobrenatural, você se impregnou em mim. Sua presença é simplesmente perceptível.
Basta aos que vêem meu sorriso.
Isso me faz sentir eternamente sua cabeça em meu ombro, pedindo minha proteção, ao mesmo tempo que me aquece.
Uma troca mútua.
Aquilo que eu sempre procurei.
Medo do Passado.
É, o passado dói. E não é que ele doa por ser incrivelmente ruim.
Na verdade, as atitudes mais idiotas de hoje, fazem um mal tremendo amanhã.
São facilmente refletidas, e levam tempo para se apagar.
Parece lorota, mas não é. Preocupa, e dói.
Dói por amar. Não por odiar.
Mas ainda não existe borracha pra passado. Se existisse, eu usaria umas mil vezes por dia.
Quem não quer ter um passado perfeito?
Eu adoraria! Adoraria apagar inúmeras coisas.
Mas, como a vida é feita de erros e acertos, eu prefiro abraçar todos os erros, e amar meus novos acertos.
Porque a vida só é bela, pelo fato de sermos assim, incessantemente errôneos.
Ainda bem que existe o perdão, e a culpa.
Senão ai sim, de bela, só a palavra restaria.
Na verdade, as atitudes mais idiotas de hoje, fazem um mal tremendo amanhã.
São facilmente refletidas, e levam tempo para se apagar.
Parece lorota, mas não é. Preocupa, e dói.
Dói por amar. Não por odiar.
Mas ainda não existe borracha pra passado. Se existisse, eu usaria umas mil vezes por dia.
Quem não quer ter um passado perfeito?
Eu adoraria! Adoraria apagar inúmeras coisas.
Mas, como a vida é feita de erros e acertos, eu prefiro abraçar todos os erros, e amar meus novos acertos.
Porque a vida só é bela, pelo fato de sermos assim, incessantemente errôneos.
Ainda bem que existe o perdão, e a culpa.
Senão ai sim, de bela, só a palavra restaria.
13/05/2012
Árvore Prateada.
Não queria muito. Talvez só que percebesse, que muitas lágrimas minhas, já caíram.
Essa solidão, ela cresceu por sua culpa apenas.
De noite, só penso em dormir, preciso muito descansar.
Eu sinto um grande erro que nos conduz.
Faz jorrar mal pela semente, seca o sono da árvore prateada.
Envenenar-me é solidão.
Envenenar-te é tolice.
Nos envenenar é a solução.
Me toque, mas me odeie.
Não quero seu sexo, só quero seu terror.
Derrubando vitalidade, semeando destruição...
Tudo bem agora.
Essa solidão, ela cresceu por sua culpa apenas.
De noite, só penso em dormir, preciso muito descansar.
Eu sinto um grande erro que nos conduz.
Faz jorrar mal pela semente, seca o sono da árvore prateada.
Envenenar-me é solidão.
Envenenar-te é tolice.
Nos envenenar é a solução.
Me toque, mas me odeie.
Não quero seu sexo, só quero seu terror.
Derrubando vitalidade, semeando destruição...
Tudo bem agora.
Terra Prometida.
Anos passam, a gente nem percebe.
Deve existir alguém que apaga nossas lembranças.
As doces, as ruins, tudo.
Mas deixa pelo menos, feridas abertas.
Vai lá, tenta esquecer a sua destruição.
Você não consegue, não facilmente.
Venha, me dê sua mão. Vamos fazer um tour pela vida.
A terra prometida. Talvez paraíso. Mas vamos, temos uma cicatriz para estancar.
Abrace sua alma, deixe o tempo passar.
Salve o seu futuro.
Diga uma vez: Eu quero.
Diga para mim: Ainda quer ser feliz?
Eu acho que sim.
Afinal, todos nascemos para um lugar no sol conquistar.
E nossos sonhos, acredite, eles não são piadas.
Deve existir alguém que apaga nossas lembranças.
As doces, as ruins, tudo.
Mas deixa pelo menos, feridas abertas.
Vai lá, tenta esquecer a sua destruição.
Você não consegue, não facilmente.
Venha, me dê sua mão. Vamos fazer um tour pela vida.
A terra prometida. Talvez paraíso. Mas vamos, temos uma cicatriz para estancar.
Abrace sua alma, deixe o tempo passar.
Salve o seu futuro.
Diga uma vez: Eu quero.
Diga para mim: Ainda quer ser feliz?
Eu acho que sim.
Afinal, todos nascemos para um lugar no sol conquistar.
E nossos sonhos, acredite, eles não são piadas.
Olá!
Onde está tudo que criei?
Por onde vaza minha tristeza?
Ainda vejo que alguém me acha especial.
Mas porque destruímos o que é especial?
Olá, olhe para mim!
Diga que me quer, seja única.
Minha tentativa de saber tudo sobre ti,
sempre me senti mal por isso.
Não tenho direito de ser pior que você.
Não tenho direito nem de ajudar você.
Sozinho. Sem meu começo.
Laçando a corda em meu pescoço.
Você vai me empurrar, meu bem?
Olhe e veja:
Meu coração atolou.
Veja, e diga sim.
Não, não que me ama, mas que meu erro, é amar.
Nascer é um erro.
Ter erros, é um erro.
Você já se foi? Eu tenho pressa para viver.
E em qualquer lugar, trabalhar.
Por piedade você me vê.
Me diga: é ilusório?
Ninguém suporta alguém pior que você mesmo.
Muito menos melhor.
Olá, além do horizonte, você ainda olha?
Pare de olhar para trás, eu já me cansei de seu olhar perdido.
Nunca diga nunca, dê chances a si mesmo.
Mas não, não dê a quem não as merece.
Você tenta. Não implora.
Ter medo do escuro, da minha mente, de morrer.
Medos acessíveis, eu gosto de vocês.
Até um dia, senhora!
Você vai me entender.
O melhor que pude, eu tentei.
Olá!
Mudo.
Sério, a vida está errada demais.
Eu cansei de espiar e esperar na minha gaiola.
Sabe, quero sentir novamente a terra entre meus dedos.
Não sei contar mentiras, muito menos verdades.
Uma voz que sirva para me guiar para a liberdade, já seria o suficiente.
Eu queria saber, se temos almas livres, ou se temos loucuras sem curas.
Caminho difícil, principalmente quando não te querem ver andar.
Se misturar? Mortal.
Passar despercebido? Impossível.
Pedaços de mente partida, coração partido.
Minha mente se esgota, é o começo do fim.
Tudo se perdeu.
Os astros tramaram minha derrota.
Tudo que semeei, ervas daninhas.
Eu cansei de espiar e esperar na minha gaiola.
Sabe, quero sentir novamente a terra entre meus dedos.
Não sei contar mentiras, muito menos verdades.
Uma voz que sirva para me guiar para a liberdade, já seria o suficiente.
Eu queria saber, se temos almas livres, ou se temos loucuras sem curas.
Caminho difícil, principalmente quando não te querem ver andar.
Se misturar? Mortal.
Passar despercebido? Impossível.
Pedaços de mente partida, coração partido.
Minha mente se esgota, é o começo do fim.
Tudo se perdeu.
Os astros tramaram minha derrota.
Tudo que semeei, ervas daninhas.
Vampira.
Aquele dia intenso, um dia acabaria.
Depois dele, você acabou com minha vida.
Sangue que brotava de meus olhos, lágrimas que secavam em suas mãos.
Minha alma perdida, meus sonhos arruinados.
Uma chama acesa, que nunca apagava, não me salvará dessa vez.
Fui explorado, estuprado, sugado.
Todo sofrimento pelo qual passei, nunca mais perdoaria você.
Covarde.
Sol e lua, céu e terra.
Dia e noite, eu e você.
Tenebrosa vampira.
Depois dele, você acabou com minha vida.
Sangue que brotava de meus olhos, lágrimas que secavam em suas mãos.
Minha alma perdida, meus sonhos arruinados.
Uma chama acesa, que nunca apagava, não me salvará dessa vez.
Fui explorado, estuprado, sugado.
Todo sofrimento pelo qual passei, nunca mais perdoaria você.
Covarde.
Sol e lua, céu e terra.
Dia e noite, eu e você.
Tenebrosa vampira.
Máscara da Realidade.
Dias que vem, destroem a nossa benção.
A luz da rua é nossa direção.
Lá vem a máscara da realidade,
distribuindo terror nas mentes fracas.
Mestre das mascaras, obedeça ao mestre das máscaras.
Jogue fora qualquer realidade, vista essa máscara de escuridão.
Doce veneno que escorre de sua mente,
querendo te fazer acreditar.
Não compreenda criança, é o mestre da sociedade.
Absorva mentiras, sinta a dor
Mistura insana, sem noção de realidade.
Não, não queira se libertar da máscara, ela vai escravizar você.
Mais um lacaio da escuridão.
O relógio já não tem mais valor,
o ópio já o tornou escravo.
A sociedade? Te enterrou.
O mestre viajou do infinito,
para aprisionar você!
Dedos na arma, aponte-a para sua cabeça.
Mutile sua dor, tentando aliviar, o sentido da vida.
O corte não será mais superficial.
Me sinto nas nuvens, a máscara venceu.
A luz da rua é nossa direção.
Lá vem a máscara da realidade,
distribuindo terror nas mentes fracas.
Mestre das mascaras, obedeça ao mestre das máscaras.
Jogue fora qualquer realidade, vista essa máscara de escuridão.
Doce veneno que escorre de sua mente,
querendo te fazer acreditar.
Não compreenda criança, é o mestre da sociedade.
Absorva mentiras, sinta a dor
Mistura insana, sem noção de realidade.
Não, não queira se libertar da máscara, ela vai escravizar você.
Mais um lacaio da escuridão.
O relógio já não tem mais valor,
o ópio já o tornou escravo.
A sociedade? Te enterrou.
O mestre viajou do infinito,
para aprisionar você!
Dedos na arma, aponte-a para sua cabeça.
Mutile sua dor, tentando aliviar, o sentido da vida.
O corte não será mais superficial.
Me sinto nas nuvens, a máscara venceu.
Evaporar.
A verdade veio me mostrar um lado mais obscuro.
Acho que já era chegada a hora da revelação.
Isso me faz mal, faz parar meu coração.
Nenhuma verdade é tão seca, quanto seu não.
Nenhuma surpresa é tão ruim, quanto seu desprezo.
Por mim.
Evaporar é a solução, para fracassados.
Para quem não irá conseguir, um espaço nessa vida.
Porque se sentir bem, hoje, é se sentir mal?
Ainda estou cansado, demonstrando fraquezas.
Deus, sentado em seu trono, assiste minha derrota.
Idiota demais para entender tudo isso.
Você me deixou assim.
Eu precisava de você, mas e hoje?
Eu preciso é de mim mesmo.
Acho que já era chegada a hora da revelação.
Isso me faz mal, faz parar meu coração.
Nenhuma verdade é tão seca, quanto seu não.
Nenhuma surpresa é tão ruim, quanto seu desprezo.
Por mim.
Evaporar é a solução, para fracassados.
Para quem não irá conseguir, um espaço nessa vida.
Porque se sentir bem, hoje, é se sentir mal?
Ainda estou cansado, demonstrando fraquezas.
Deus, sentado em seu trono, assiste minha derrota.
Idiota demais para entender tudo isso.
Você me deixou assim.
Eu precisava de você, mas e hoje?
Eu preciso é de mim mesmo.
Despertar.
Escondido na escuridão eu durmo.
Esperando chances que nunca foram dadas.
Algumas pessoas erram em esperar.
E muitas em sequer ajudar.
Fecho os olhos para a realidade.
Realidade? Talvez nem exista.
É no medo que encontro o penhasco,
De onde irei pular sem nenhuma maldade.
Ei, uma bela voz me chama para viver.
Será que ainda há saída?
Para um espírito, tão assolado em angústia
Não há muita opção.
Mesmo assim, acabei desviando meu olhar para a luz.
Um pequeno instante, foi o suficiente. Me sinto bem.
Mas ainda, com a necessidade de ir
A morte quer que eu vá até o fim.
O vento toca minha face
Era o último sinal.
Olho para trás uma última vez.
E a luz da esperança quase se apaga.
O medo enfim se tornara coragem.
E o tal penhasco, eu desisto dele.
Mas num golpe traiçoeiro,
a esperança me traiu.
Pelas costas me apunhalou
E vi minha morte, vendo o sangue voar.
Mas antes do juízo, escuto o vento chorar,
tentando me fazer compreender o sentido de tudo.
A esperança não havia me traído.
Mas apenas me ajudado a largar a dor.
Para um espírito que não encontrara o amor,
Na morte, a paz ele encontrou.
Esperando chances que nunca foram dadas.
Algumas pessoas erram em esperar.
E muitas em sequer ajudar.
Fecho os olhos para a realidade.
Realidade? Talvez nem exista.
É no medo que encontro o penhasco,
De onde irei pular sem nenhuma maldade.
Ei, uma bela voz me chama para viver.
Será que ainda há saída?
Para um espírito, tão assolado em angústia
Não há muita opção.
Mesmo assim, acabei desviando meu olhar para a luz.
Um pequeno instante, foi o suficiente. Me sinto bem.
Mas ainda, com a necessidade de ir
A morte quer que eu vá até o fim.
O vento toca minha face
Era o último sinal.
Olho para trás uma última vez.
E a luz da esperança quase se apaga.
O medo enfim se tornara coragem.
E o tal penhasco, eu desisto dele.
Mas num golpe traiçoeiro,
a esperança me traiu.
Pelas costas me apunhalou
E vi minha morte, vendo o sangue voar.
Mas antes do juízo, escuto o vento chorar,
tentando me fazer compreender o sentido de tudo.
A esperança não havia me traído.
Mas apenas me ajudado a largar a dor.
Para um espírito que não encontrara o amor,
Na morte, a paz ele encontrou.
Especial.
Será que é tão difícil entender o que nós queremos?
Palavras indecifráveis, vão sendo entendidas.
Loucuras perdidas num instante, no medo de ser louco.
De me tornar maldito.
Rezar uma vela num enterro é normal, vivendo da vida de outro alguém.
Mas é difícil compreender o porque, é difícil entender porquê você some.
Meus olhos, eles pedem você, e eles querem viver.
Minha vida, vê a morte ganhar.
Eu só queria estar agora, com você.
Entender essas vozes é difícil
Elas me enlouquecem.
Corroem.
Intrigam.
Destroem.
Algo nessa voz me diz: Siga em frente.
Sonhos não viram realidade quando mais precisamos, não é?
Mas as flores ficam mais bonitas, quando são para alguém especial.
Palavras indecifráveis, vão sendo entendidas.
Loucuras perdidas num instante, no medo de ser louco.
De me tornar maldito.
Rezar uma vela num enterro é normal, vivendo da vida de outro alguém.
Mas é difícil compreender o porque, é difícil entender porquê você some.
Meus olhos, eles pedem você, e eles querem viver.
Minha vida, vê a morte ganhar.
Eu só queria estar agora, com você.
Entender essas vozes é difícil
Elas me enlouquecem.
Corroem.
Intrigam.
Destroem.
Algo nessa voz me diz: Siga em frente.
Sonhos não viram realidade quando mais precisamos, não é?
Mas as flores ficam mais bonitas, quando são para alguém especial.
10/05/2012
O que você pensa x o que eu penso. Vencedor: Vida.
Eu não sei se é de agora que venho pensando assim, ou se isso é de minha natureza, mas eu não consigo me importar com o que pensam de mim.
Eu literalmente pouco me importo com as pessoas, e raras são as pessoas com quem vou me importar.
E me importar, significa querer cuidar, ou ajudar. Não que eu vá simplesmente sucumbir aos seus conselhos contra o que quero.
De uma coisa eu me orgulho: Meus ideais.
Eu nunca os feri, por ninguém. Nunca.
Pode me chamar de confuso, mas nunca de mentiroso.
Ou de tarado, nunca de imoral.
Talvez até de sem coração, mas nunca de injusto.
Eu deveria ser advogado. Mas não pela rapidez da decisão. Ah, não. Eu demoro uma década para me decidir de algo e é ai que eu devo ganhar alguma vantagem. Eu penso em tantas coisas, tantos eventos, que quando me decido, raramente eu me arrependo.
Só não me pressione.
Pressão, maldita pressão. Eu simplesmente desando.
Mãos tremem, suor escorre. Coração bate a 100km/h.
Sinto falta de abraços, sinto falta de coragem.
Não sei porque me torno o oposto do que prego, quando a pressão cai em mim.
E de super-leão-justo-e-confiável, eu me torno a-incrível-máquina-de-fazer-cagadas.
Incrível arte não acham?
Me sinto diferente.
Diferente? No fundo sou só mais um na multidão comedora de almas.
Entro em um dilema: Como posso ser o que digo que sou, e ao mesmo tempo não ser?
Simples, sou um maldito ser humano.
E me orgulho disso. Errar é um motivo de orgulho pra mim.
Não que eu me orgulhe exatamente da vida que levo, ou do ser humano que sou.
Mas pode ter certeza, sou melhor que ontem.
Minha perfeição eu vou atingir com o tempo. E até lá, constante aprendizado.
Por isso eu digo, não me importo com o que as pessoas pensam. Isso é irrelevante.
Me importo com o que penso de mim mesmo.
E a partir do momento que parei de me cobrar resultados, ao tempo que passei a querer evoluir, eu me tornei suficientemente inatingível.
Claro, recaídas todos temos.
Afinal, ser um humano é uma delícia.
E quem não gosta de errar um pouquinho?
Eu literalmente pouco me importo com as pessoas, e raras são as pessoas com quem vou me importar.
E me importar, significa querer cuidar, ou ajudar. Não que eu vá simplesmente sucumbir aos seus conselhos contra o que quero.
De uma coisa eu me orgulho: Meus ideais.
Eu nunca os feri, por ninguém. Nunca.
Pode me chamar de confuso, mas nunca de mentiroso.
Ou de tarado, nunca de imoral.
Talvez até de sem coração, mas nunca de injusto.
Eu deveria ser advogado. Mas não pela rapidez da decisão. Ah, não. Eu demoro uma década para me decidir de algo e é ai que eu devo ganhar alguma vantagem. Eu penso em tantas coisas, tantos eventos, que quando me decido, raramente eu me arrependo.
Só não me pressione.
Pressão, maldita pressão. Eu simplesmente desando.
Mãos tremem, suor escorre. Coração bate a 100km/h.
Sinto falta de abraços, sinto falta de coragem.
Não sei porque me torno o oposto do que prego, quando a pressão cai em mim.
E de super-leão-justo-e-confiável, eu me torno a-incrível-máquina-de-fazer-cagadas.
Incrível arte não acham?
Me sinto diferente.
Diferente? No fundo sou só mais um na multidão comedora de almas.
Entro em um dilema: Como posso ser o que digo que sou, e ao mesmo tempo não ser?
Simples, sou um maldito ser humano.
E me orgulho disso. Errar é um motivo de orgulho pra mim.
Não que eu me orgulhe exatamente da vida que levo, ou do ser humano que sou.
Mas pode ter certeza, sou melhor que ontem.
Minha perfeição eu vou atingir com o tempo. E até lá, constante aprendizado.
Por isso eu digo, não me importo com o que as pessoas pensam. Isso é irrelevante.
Me importo com o que penso de mim mesmo.
E a partir do momento que parei de me cobrar resultados, ao tempo que passei a querer evoluir, eu me tornei suficientemente inatingível.
Claro, recaídas todos temos.
Afinal, ser um humano é uma delícia.
E quem não gosta de errar um pouquinho?
09/05/2012
Meu doce vício.
Lembro perfeitamente o dia em que meus lábios encontraram pela primeira vez você.
Era pequeno, jovem demais pra entender de vida.
Jovem demais pra entender as pessoas, as coisas, os porquês.
Minha mãe te jogou fora. Eu, garoto maroto como sempre fui, te peguei, reparei que ainda tinha muito a me dar, e dei uma bela tragada, que foi o suficiente pra me fazer tossir por uns 10 anos.
Ali eu vinha a ter meu primeiro contato com você, cigarro.
Ah, lindo cigarro. Por anos te odiei, mas era pura hipocrisia.
Sempre te quis novamente em minha boca.
Minha segunda experiência foi a porta pro meu vício. Um Marlboro sabor morte empacotada. Uma delícia.
Sentir aquela fumaça penetrar meus pulmões, e levar alguns minutos da minha vida embora.
Ah, que recompensador.
Entre idas e vindas, você era meu companheiro.
Na doença e na doença, você me acompanhou. Meus dentes agradecem a nova coloração amarelo que eles tem.
Também, agradeço por hoje não ser aquele rapaz rápido, que disparava a toda velocidade numa corrida.
De coração, eu te amei por muito tempo cigarro.
Foi o meu maior confidente. Términos, mortes, inseguranças, medos, choros.
Você conheceu grande parte da minha vida podre.
Assim como por muitas vezes me fez deixar de derramar lágrimas.
E as dobradinhas? Passar uma noite com toda a sua carteira, e nossa grande amiga vodka?
Ah, como era lindo. A sensação de liberdade.
Falsa sensação.
Maldito vício, que de tão maldito chega a ser doce.
Doce tanto quanto salgado.
É de se salientar que, você fará falta. Em muitos momentos, fará.
Quem muito avisa, uma hora faz. Eu te avisei, uma hora eu te largaria.
Todos os meus vícios estão partindo. Só sobrará o que há de bom.
A hora chegou, a última tragada eu dei.
E pro inferno eu te mandei.
Era pequeno, jovem demais pra entender de vida.
Jovem demais pra entender as pessoas, as coisas, os porquês.
Minha mãe te jogou fora. Eu, garoto maroto como sempre fui, te peguei, reparei que ainda tinha muito a me dar, e dei uma bela tragada, que foi o suficiente pra me fazer tossir por uns 10 anos.
Ali eu vinha a ter meu primeiro contato com você, cigarro.
Ah, lindo cigarro. Por anos te odiei, mas era pura hipocrisia.
Sempre te quis novamente em minha boca.
Minha segunda experiência foi a porta pro meu vício. Um Marlboro sabor morte empacotada. Uma delícia.
Sentir aquela fumaça penetrar meus pulmões, e levar alguns minutos da minha vida embora.
Ah, que recompensador.
Entre idas e vindas, você era meu companheiro.
Na doença e na doença, você me acompanhou. Meus dentes agradecem a nova coloração amarelo que eles tem.
Também, agradeço por hoje não ser aquele rapaz rápido, que disparava a toda velocidade numa corrida.
De coração, eu te amei por muito tempo cigarro.
Foi o meu maior confidente. Términos, mortes, inseguranças, medos, choros.
Você conheceu grande parte da minha vida podre.
Assim como por muitas vezes me fez deixar de derramar lágrimas.
E as dobradinhas? Passar uma noite com toda a sua carteira, e nossa grande amiga vodka?
Ah, como era lindo. A sensação de liberdade.
Falsa sensação.
Maldito vício, que de tão maldito chega a ser doce.
Doce tanto quanto salgado.
É de se salientar que, você fará falta. Em muitos momentos, fará.
Quem muito avisa, uma hora faz. Eu te avisei, uma hora eu te largaria.
Todos os meus vícios estão partindo. Só sobrará o que há de bom.
A hora chegou, a última tragada eu dei.
E pro inferno eu te mandei.
03/05/2012
De vez em quando expurgo algum lixo sem nexo.
A cada instante que gira no meu relógio de pulso, fico mais e mais indignado com o mundo.
Eu fico velho, e mesmo ainda não tendo meus cabelos brancos, eu posso constatar isso.
Aliás, qualquer um pode. Ficar velho é uma dádiva. Experiência é sempre bem vinda, mesmo que em pedaços, pequenos ou grandes, fatiados ou embalados. Tudo é útil.
Mas a cada dia, reparo o quanto somos fúteis e mesquinhos.
Mentirosos e voluptuosos. Se pudéssemos, andaríamos nus, excitados, a espera do sexo oposto.
Mentira, andaríamos com uma bolsinha do lado, para ter dinheiro.
Essa merda de mundo, ele só se baseia nisso. O prazer carnal e o prazer material.
Não, eu não sou e nunca serei um bastardo com valores morais conservadores. Aliás, go fuck para a sociedade. Mas um mínimo de coesão pra nós, seres humanos, cai bem. Muito bem.
Que sempre existiu a putaria, a Deus dará, todos sabem. Mas meu, o que é isso que vivemos?
Essa merda de corrupção, de escândalos... Me faz ter saudade de quando eu era criança. Eu passava fome as vezes, mas não me preocupava com toda essa bosta adulta.
A que ponto chegamos?
Vemos a pátria-mãe chorar por uma esmola. Um sopro de vida. Essa mesma mãe que nos acolhe toma chutes na cabeça e entra lentamente em coma induzido por nós. A mãe natureza idem.
Mas o que vamos nos preocupar? Vamos trepar. Vamos gastar. Vamos ser curiosos.
Só não vamos amar.
Amar é caro. É difícil. E é muito certinho pra esse novo mundo.
Essa merda de mundo, que foi deixado pra nós, por nossos pais. E que foi moldado por nossos avós. E bisavós. Tataravós...
O que vamos fazer? Foder mais ainda essa porra.
Meu, como eu amo o fato de ter encontrado a pessoa certa no meio desse mundo caótico. Porque vou te dizer, o meu nojo por esse mundo anda tão grande, anda tão arrepiador, que quando me pergunto o porque estou nele, só encontro uma resposta: Amar alguém.
Amor? É, amor.
O mundo não precisa de merda nenhuma além de amor.
Mesmo que seja auto-amor. Isso já bastaria.
Enquanto não nos amarmos, o mundo vai ser isso.
Mas de que adianta? Todos sabem disso né?
Eu fiz minha contribuição ao mundo. Eu vou daqui, amando, sendo feliz. Fazendo feliz alguém.
E você?
Eu fico velho, e mesmo ainda não tendo meus cabelos brancos, eu posso constatar isso.
Aliás, qualquer um pode. Ficar velho é uma dádiva. Experiência é sempre bem vinda, mesmo que em pedaços, pequenos ou grandes, fatiados ou embalados. Tudo é útil.
Mas a cada dia, reparo o quanto somos fúteis e mesquinhos.
Mentirosos e voluptuosos. Se pudéssemos, andaríamos nus, excitados, a espera do sexo oposto.
Mentira, andaríamos com uma bolsinha do lado, para ter dinheiro.
Essa merda de mundo, ele só se baseia nisso. O prazer carnal e o prazer material.
Não, eu não sou e nunca serei um bastardo com valores morais conservadores. Aliás, go fuck para a sociedade. Mas um mínimo de coesão pra nós, seres humanos, cai bem. Muito bem.
Que sempre existiu a putaria, a Deus dará, todos sabem. Mas meu, o que é isso que vivemos?
Essa merda de corrupção, de escândalos... Me faz ter saudade de quando eu era criança. Eu passava fome as vezes, mas não me preocupava com toda essa bosta adulta.
A que ponto chegamos?
Vemos a pátria-mãe chorar por uma esmola. Um sopro de vida. Essa mesma mãe que nos acolhe toma chutes na cabeça e entra lentamente em coma induzido por nós. A mãe natureza idem.
Mas o que vamos nos preocupar? Vamos trepar. Vamos gastar. Vamos ser curiosos.
Só não vamos amar.
Amar é caro. É difícil. E é muito certinho pra esse novo mundo.
Essa merda de mundo, que foi deixado pra nós, por nossos pais. E que foi moldado por nossos avós. E bisavós. Tataravós...
O que vamos fazer? Foder mais ainda essa porra.
Meu, como eu amo o fato de ter encontrado a pessoa certa no meio desse mundo caótico. Porque vou te dizer, o meu nojo por esse mundo anda tão grande, anda tão arrepiador, que quando me pergunto o porque estou nele, só encontro uma resposta: Amar alguém.
Amor? É, amor.
O mundo não precisa de merda nenhuma além de amor.
Mesmo que seja auto-amor. Isso já bastaria.
Enquanto não nos amarmos, o mundo vai ser isso.
Mas de que adianta? Todos sabem disso né?
Eu fiz minha contribuição ao mundo. Eu vou daqui, amando, sendo feliz. Fazendo feliz alguém.
E você?
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