Cego na luz do meus segredos
Um nó na garganta, tão difícil de desatar.
Eu te amo tão grande agora
Botão colorido que cai sem parar.
Amarelo da cor do sol
Tão quente, tão melhor
Torpor da pele ríspida em vento
Lembra o que tenho de pior.
Ignorância manter sua garganta livre
Enganando nossos lábios, batendo
Isso sempre acontece, mordeu
Minha querida, você não está se atendo.
Ao que? A nossa história
Aquela simples complicância
De estar na sua cama, amarrotando
Julgando-nos em primeira instância.
Todas as nossas palavras são inúteis
Meu segredo, recomeçar
Do zero partir, infinitas estrelas lá
Eu te amo, e não vou parar.
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