04/02/2013

O Garçon e suas mil faces.

Alma, inquieta alma. Calma feito sua palma. Alma sem palma, nada de calma.
Tanta farra por terra abandonada e farta felicidade por solo quente e úmido.
Úmido por natureza, farta por obrigação. E palmas, palmas para o mau humor repentino.
Calma, calma jovem. Nobre é sua atitude, velha é sua cara pálida. Palido paletó que veste.
Garçon nobre, calmo jovem. Quente restaurante, calmo instante.
Um coração na boca, dois corações nas mãos. Um falido, dois aquecidos. E um pálido rosto.
Pálido desgosto e quente é seu hálito. Grave encosto em relva úmida. Hora pro cabelo crescer.
Hora do caos, jovem garçon. Jovem distante de velho humor. Você e sua alma, calma alma.
Quanto desgosto, minha gente, nobre gente, acaba e para. Para e desaba. Desaba e acalma. Acalma alma.
Hoje pálido, amanhã quente. Quanta gente. É.

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