29/06/2015

É demais para mim.

Em minha cabeça, existem muitas dúvidas sem respostas. Para onde vamos? De onde viemos? Por que estamos aqui? Qual o sentido disso tudo? São bastantes perguntas para processar numa única cabeça.
Sempre que me deparo com esses questionamentos, sinto a obrigação de explodir meus sentimentos para todos os lados, sem saber quem atingirei. Todos se afastam, ora por medo, ora por dúvida. Ninguém pode me ajudar!
Minha mãe? Fugiu para a Babilônia. Meu amigo? Saui, não está mais aqui. Meu papagaio? Voou para o ombro de algum pirata bonachão.
Pensando cuidadosamente, a vida é uma grande encheção de linguiça, estamos aqui para nada e por ninguém, viemos do pó e para o pó iremos; acumulamos coisas desnecessárias, que, no fim, nem levaremos para nossa sepultura. Havia, então, a necessidade de me preocupar?
Se, no dia de hoje, eu fizesse um exame ultrassom da minha cabeça. só encontraria churumelas emboladas com meus neurônios, talvez até me perderia entre a massa encefálica, numa busca incessante ao verdadeiro significado da minha vida e... Droga, estou atrasado para meu exame de próstata!

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