É difícil mensurar a dor da perda quando tudo o que sobra são cacos mornos de um copo já vazio e as cinzas frágeis que se despedaçam com qualquer que seja a brisa. E até que o próximo equinócio aconteça, tudo o que resta são as fotos bordadas em caixas bonitas. Em caixas de vida. Eu preciso aproveitar meu tempo, doar meu tempo, saber administrar esse tempo. Senão, não haverá mais tempo, qualquer que seja. Só solidão. E dessa dor, eu entendo bem.
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