30/04/2011
26/04/2011
Como são feitas as entregas de amor?
Você gostaria de ter um amor que fosse estável, divertido e fácil. O objeto desse amor nem precisa ser muito bonito(a), nem rico(a). Uma pessoa bacana, que te adorasse e fosse parceira já estaria mais do que bom. Você quer um amor assim. É pedir muito? Ora, você está sendo ate modesto!
O problema é que todos imaginam um amor a seu modo, um amor cheio de pré-requisitos. Ao analisar o curriculo do candidato(a), alguns itens de fábrica não podem faltar. Ele(a) tem que gostar um pouco de cinema, nem que seja para assistir em casa, no DVD. E seria bom que gostasse dos seus amigos. E precisa ter um emprego seguro. Bom humor, sim, bom humor não pode faltar. Não é querer demais, é? Ninguem está pedindo um piloto de fórmula 1 ou uma capa da Playboy. Basta um amor desses fabricados em série, não pode ser tão impossível.
Ai a vida bate a sua porta e entrega um amor que não tem nada a ver com o que você queria. Será que se enganou de endereço? Não. Está tudo certinho, confira no protocolo. Esse amor que lhe cabe. É seu. Se não gostar, pode colocar no lixo, pode passar adiante, faça o que quiser. A entrega está feita, assine aqui, adeus.
E agora está você aí, com esse amor que não estava nos planos. Um amor que não é a sua cara, que não lembra em nada o amor solicitado. E, por isso mesmo, um amor que deixa você em pânico, em êxtase. Tudo diferente do que você um dia supôs, um amor que te perturba e te exige, que não aceita as regras que você estipulou. Um amor que a cada manhã faz você pensar que de hoje não passa, mas a noite chega e esse amor perdura, um amor movido por discussões que você não esperava enfrentar e por beijos para os quais nem imaginava ter tanto folego.
E o certo era aquele outro que você havia encomendado, mas a vida, que é péssima em atender pedidos, lhe trouxe esse e conforme-se, saboreie esse presente, esse suspense, esse nonsense, esse amor que você desconfia que nem lhe pertence. Aquele amor em formato de coração, amor com licor, amor de caixinha, não apareceu. Olhe pra você, vivendo esse amor à granel, esse amor escarcéu, não era bem isso que você desejava, mas o amor que lhe foi destinado, o amor que começou por telefone, o amor que começou pela internet, que esbarrou em você no elevador, o amor que era para não vingar e virou compromisso, olha você tendo que explicar o que não se explica, você nunca havia se dado conta de que amor não se pede, não se especifica, não se experimenta em loja - ah, este serviu direitinho!
E aquele outro que pediu, foi para onde o amor discretinho costuma ser desprezado, repare em como a vida é astuciosa. Assim são as entregas de amor, todas como se vivessem num caminhão da sorte, uma promoção de domingo, um prêmio buzinando lá fora, mesmo você nunca tendo apostado. Aquele amor que você encomendou não veio, parabéns! Aproveite o que lhe foi entregue por sorteio.
O problema é que todos imaginam um amor a seu modo, um amor cheio de pré-requisitos. Ao analisar o curriculo do candidato(a), alguns itens de fábrica não podem faltar. Ele(a) tem que gostar um pouco de cinema, nem que seja para assistir em casa, no DVD. E seria bom que gostasse dos seus amigos. E precisa ter um emprego seguro. Bom humor, sim, bom humor não pode faltar. Não é querer demais, é? Ninguem está pedindo um piloto de fórmula 1 ou uma capa da Playboy. Basta um amor desses fabricados em série, não pode ser tão impossível.
Ai a vida bate a sua porta e entrega um amor que não tem nada a ver com o que você queria. Será que se enganou de endereço? Não. Está tudo certinho, confira no protocolo. Esse amor que lhe cabe. É seu. Se não gostar, pode colocar no lixo, pode passar adiante, faça o que quiser. A entrega está feita, assine aqui, adeus.
E agora está você aí, com esse amor que não estava nos planos. Um amor que não é a sua cara, que não lembra em nada o amor solicitado. E, por isso mesmo, um amor que deixa você em pânico, em êxtase. Tudo diferente do que você um dia supôs, um amor que te perturba e te exige, que não aceita as regras que você estipulou. Um amor que a cada manhã faz você pensar que de hoje não passa, mas a noite chega e esse amor perdura, um amor movido por discussões que você não esperava enfrentar e por beijos para os quais nem imaginava ter tanto folego.
E o certo era aquele outro que você havia encomendado, mas a vida, que é péssima em atender pedidos, lhe trouxe esse e conforme-se, saboreie esse presente, esse suspense, esse nonsense, esse amor que você desconfia que nem lhe pertence. Aquele amor em formato de coração, amor com licor, amor de caixinha, não apareceu. Olhe pra você, vivendo esse amor à granel, esse amor escarcéu, não era bem isso que você desejava, mas o amor que lhe foi destinado, o amor que começou por telefone, o amor que começou pela internet, que esbarrou em você no elevador, o amor que era para não vingar e virou compromisso, olha você tendo que explicar o que não se explica, você nunca havia se dado conta de que amor não se pede, não se especifica, não se experimenta em loja - ah, este serviu direitinho!
E aquele outro que pediu, foi para onde o amor discretinho costuma ser desprezado, repare em como a vida é astuciosa. Assim são as entregas de amor, todas como se vivessem num caminhão da sorte, uma promoção de domingo, um prêmio buzinando lá fora, mesmo você nunca tendo apostado. Aquele amor que você encomendou não veio, parabéns! Aproveite o que lhe foi entregue por sorteio.
25/04/2011
Teia de Aranha.
Um dia qualquer, eu estava sentado no final do corredor da faculdade, curtindo o tedioso tempo vago do intervalo. Puxei meu já sem-graça hollywood preto, saquei do outro bolso meu isqueiro que mais falha do que funciona, e acendi mais uma pequena facada na minha vida. Dentre um trago e outro, comecei a analisar a fumaça do meu pequeno pedaço de veneno. Reparei que ela estava batendo numa aranha que ali no toldo, fazia sua teia. Simples ato complexo, ela ia tecendo uma linda rede. É um belíssimo espetáculo da natureza, sobretudo pela perfeição. Ela não se incomodava com minha fumaça, e continuava lá, tecendo como se nada acontecesse. Aquilo, inconscientemente me deixava feliz, pois, pelo menos para alguma coisa, meus atos ou ações não valiam de nada, visto que a pobre aranha sequer ligava para minha fumaça. Tive ainda a felicidade de ver ela prender um mosquito e o enrolar com sua teia. Foi uma magnífica troca. Eu, ganhei um belo espetáculo, e em troca, ela ganhou um admirador. Um admirador do puro, do belo, do natural. Aquilo de mais simples que ainda exista no mundo. Enquanto eu, pobre ser humano, poluo o ambiente, poluo meu corpo, profano a carne, destruo a vida. Esses são nossos papéis. Humanos destróem a natureza, e a natureza apenas assiste. E mesmo fazendo parte deste time nojento, torço para que no fim, a natureza se vingue de nós, porcos que deveriam estar presos a esta teia.
18/04/2011
Desespero.
Assumidamente eu estou caindo em profundo litígio. Tudo a minha volta é errado, tudo que faço é errado e de fato, me tornei alguém que sempre desprezei. No meu mais profundo pensamento encontro as dúvidas que nunca tiveram respostas. E cá estou, penando para deixar de morrer aos poucos. Drogado, alcoólatra e imprudente, aonde vim parar? Temo pelos meus pais, temo pelos meus filhos, temo por mim mais ainda. Cadê aquilo tudo que conquistei? Essa é a pergunta que me faço. E que roupa branca estranha é essa? Aonde vim parar? Aonde está meu Deus agora? Por tudo que fiz, procurei o que não devia. E agora estou amplamente fudido e sinceramente, prefiro amargar sozinho.
13/04/2011
Minha Menina.
Olhe pro amanhã, veja todo seu futuro
Eu tenho a vida que ninguém tem
Não sei ao certo, pois está tudo tão perfeito
Mas ainda acho que falta alguém
Porque deixei a oportunidade voar?
Agora que te quero tenho preso outro alguém
E se pudesse largaria tudo outra vez
Mas não sei mais qual é o melhor para nós três
Então me diga
O que quer que eu faça?
Eu só preciso de uma palavra que me faça progredir
Então me diga
O que posso resolver?
Eu quero novamente olhar pra você e dizer...
Minha menina, volte comigo outra vez
Minha menina, eu largo tudo pra ter você.
Eu tenho a vida que ninguém tem
Não sei ao certo, pois está tudo tão perfeito
Mas ainda acho que falta alguém
Porque deixei a oportunidade voar?
Agora que te quero tenho preso outro alguém
E se pudesse largaria tudo outra vez
Mas não sei mais qual é o melhor para nós três
Então me diga
O que quer que eu faça?
Eu só preciso de uma palavra que me faça progredir
Então me diga
O que posso resolver?
Eu quero novamente olhar pra você e dizer...
Minha menina, volte comigo outra vez
Minha menina, eu largo tudo pra ter você.
12/04/2011
Ruiva.
Eu vejo você em queda ascendente... minhas mãos tentam alcançar os fios de seu longo cabelo vermelho, mas é em vão. Você cai vertiginosamente, eu fico vergonhosamente assustado. Todos os anos se passaram, todos... e nada fez você acordar. Você não é mais aquela que já foi. Tudo muda, e tudo que vai volta, é a lei básica, não se pode contestá-la. Pegue seus bisturís e corte a carne podre que ainda resta em seu coração. Destrua todos os vestígios, eu sei que no fundo é o que queres. O ódio que sentes, já é capaz de destruir uma galáxia. E nem sempre o ódio é uma origem perfeita. Tudo que nasce errado tende a ser errado. E eu sou absolutamente grato de ter cometido o maior erro de minha vida. E infelizmente para sofrer de minha tenra carne, eu ainda penso todas as noites naqueles longos cabelos vermelhos. E ainda penso em errar, pelo resto de minha vida.
11/04/2011
Um dia.
Um dia ela vai entender que minhas lágrimas não são por ela me fazer mal. Aliás, ela me faz um bem danado. Meu coração chora a ausencia deste meu conforto. Um dia você vai entender que eu ainda vivo e respiro você. Respiro o pouco que sobrou, respiro quase sufocando, a beira da morte, lutando pela sobrevida. Um dia, você vai saber... aliás você sabe, que detém o poder de me fazer feliz. Um dia eu é quem vou perceber que não detenho mais o poder de te fazer feliz. A cada aniversário não completo eu choro. A cada choro, uma renovação. A cada renovação, eu percebo que não há renovação. Eu percebo que ainda quero você. Eu percebo que ninguém me faz feliz. Percebo que, me entrego mais á perdição, e mais dificil fica de sair. Eu sufoco. Eu clamo. Eu pereço. A água do poço me atinge ao pescoço, e eu nem sei nadar. Eu não consigo nem me desesperar, pois já estou até conformado. Um pesadelo? Um erro? Minha vida é sua vida, então não me importo de deixá-la acabar. Uns dizem que sou exemplo de pessoa, e eu as retruco dizendo: Que ser humano merece respeito, merece ser exemplo, se nem consegue manter perto dele a pessoa que ama? A pessoa que a ama. Só um homem covarde, inútil, com coração podre e alma corrompida pode conseguir tal feito. Se eu puder dar um conselho a qualquer pessoa que se aproxima de mim, eu só direi: não se aproxime mais. Eu só faço mal, eu só trago o errado. Este clamor é tão real, é tão anormal, eu sequer sei o que expresso nessas doces linhas de meu amargo diário de guerra. Mas no final, ainda estou sentado sozinho, na mesma cadeira, ouvindo as mesmas músicas, pensando na mesma pessoa, chorando pelo mesmo motivo, e clamando pelo mesmo futuro.
09/04/2011
Queime suas asas.
O homem que nasce como uma borboleta, e morre como um pássaro, mas que nunca voaste o vôo da glória, infortúnia maldição presente em sua vida patética. Chore homem, chore sua desgraça profana, tu deixastes o sono eterno destruir seu sonho. Um homem sem sonhos não é 1 homem, é 1 pedaço de carne humana em putrefação no espaço. Você não tem direitos em exigir asas. Conforme-se com sua maldição. Ah, maldição dada a você por você mesmo. Suas belas asas coloridas, elas se queimaram. Você, é apenas um pobre ser impotente, que sequer sabe, o valor da vida.
06/04/2011
Musa Ascendente.
A minha fonte de inspiração. É minha glória aparente, minha musa ascendente, és a minha estrela e quero brilhar contigo nesse céu escuro e turbulento que teima em nunca cessar. Aquele fogo vindo da terra, ah quem me dera, cessasse essa dor. Na aurora do meu pensamento, penso nesse tormento, só quero seu aconchego. Doa na alma, na carne, na mente, no coração. Desfilando na passarela das minhas veias, penetrando na minha pele, possuindo meus sonhos infrutíferos. Cala-te e me beije, sugue meu amor, seja honesta. Cala-te, e deixe o fator fabricante ser seu tocante e faça esse montante se tornar nosso instante. O instante de amar. Bela formosura, visualizar sua fartura, de beleza e exuberância. Te querer é um motivo, te possuir é 1 dádiva, te perder é 1 suicídio, te completar é a sensação de dever cumprido. Rufem os tambores, o mundo é pequeno demais para impedir este raio, e este raio é você baby. O raio de vida que falta, o sopro interno, serei seu subalterno, mas somente quando acordar. Acordar do instante que você mesma, me privou de viver.
05/04/2011
Ja Pensou?
Já pensou no quanto o mundo poderia ser um lugar melhor para se viver?
Poderíamos simplesmente parar de poluir o meio ambiente? Claro que poderíamos.
Será que é tão dificil tomar as atitudes certas?
Quantas mortes, por drogas, por roubos, por futilidades grosseiras da sociedade. Tudo, tudo poderia ser evitado.
Os culpados são nossos antepassados. Eles criaram monstros.
Nós (e quando digo nós, eu me refiro até a mim mesmo) somos encarregados de destruir este elo miserável.
Eu não quero ver mais pobreza, mas dor, mais angústia.
Eu posso fazer minha parte. Mas eu sei que muitos não o farão. Então por que eu farei?
Simples, quero contribuir.
Imagine, se todos os homens e mulheres de bom coração, que já morreram, até por um ideal. Se eles desistissem pelo fato de terem uma idéia diferente, eles nunca seriam notados.
Bob Marley, Renato Russo, Chico Mendez, Charles Chaplin, Ayrton Senna, Darwin, Chopin...
Eles são mitos. Tiveram seus ideais respectivos. São respeitados.
A única diferença é que agora temos que ter um ideal em comum.
Precisamos falar em tom uníssono, clamando pela vida de nossa mãe terra. E gritar o mais alto para que os Deuses ouçam nossas preces.
Nós podemos mudar.
Vamos dar um motivo para os mitos baterem palmas para nós.
E viva ao planeta terra por nos aturar tanto tempo.
Eu te amo, meu planeta!
Poderíamos simplesmente parar de poluir o meio ambiente? Claro que poderíamos.
Será que é tão dificil tomar as atitudes certas?
Quantas mortes, por drogas, por roubos, por futilidades grosseiras da sociedade. Tudo, tudo poderia ser evitado.
Os culpados são nossos antepassados. Eles criaram monstros.
Nós (e quando digo nós, eu me refiro até a mim mesmo) somos encarregados de destruir este elo miserável.
Eu não quero ver mais pobreza, mas dor, mais angústia.
Eu posso fazer minha parte. Mas eu sei que muitos não o farão. Então por que eu farei?
Simples, quero contribuir.
Imagine, se todos os homens e mulheres de bom coração, que já morreram, até por um ideal. Se eles desistissem pelo fato de terem uma idéia diferente, eles nunca seriam notados.
Bob Marley, Renato Russo, Chico Mendez, Charles Chaplin, Ayrton Senna, Darwin, Chopin...
Eles são mitos. Tiveram seus ideais respectivos. São respeitados.
A única diferença é que agora temos que ter um ideal em comum.
Precisamos falar em tom uníssono, clamando pela vida de nossa mãe terra. E gritar o mais alto para que os Deuses ouçam nossas preces.
Nós podemos mudar.
Vamos dar um motivo para os mitos baterem palmas para nós.
E viva ao planeta terra por nos aturar tanto tempo.
Eu te amo, meu planeta!
04/04/2011
As sequelas da febre que nunca vai passar.
O que já foi uma realidade viva agora é uma vaga lembrança. Quanto mais o tempo passa, mais e mais nos vemos como pessoas mesquinhas. O tédio que nos consome, as bocas que não se tocam, os braços que não se entrelaçam. Tudo, tudo é cinza e o não ecoa em sua cabeça febril. Os segredos do amor são realmente segredos, pois ninguém consegue entendê-los, mas eu procuro mesmo assim entender seus segredos, suas idéias, seus ideais...
É obscuro ainda para mim os motivos para uma infeliz transação do destino. Procurar culpados? Ora, nem tudo que é ou dá errado tem culpados. Vivemos a culpa do erro de amar. Amar não é errado. Amar e sufocar seu amor é pecado. Teorias infundáveis nascem assim. Mesmo assim, ainda te procuro nos meus lençóis, no tintilar da prataria, ou até no momento em que calço meus sapatos. Te procuro em todos os momentos, mas você fugitiva, sumistes por que pecas contra o amor. Pecas contra mim, contra ti mesma e contra os bilhões de habitantes deste mundo porco mas belo chamado terra. E enquanto eu sento e coço a cabeça procurando a resposta, imagino o que diabos pensa ao fazer isso. Não era uma praga que precisava de inseticida, ou um demônio que devesse ser exorcizado. Talvez fosse uma grande floresta queimando, mas não, não deveria ter sido apagada. E não é que tudo tenha sido em vão. Aliás todos os sim e não que existiram foram bem dados, mas é que ainda há muito a se fazer. Uma história não é uma história se não tiver começo, meio e fim. E dentro do meu coração de vidro tem aquela luzinha desejando que a história prossiga e esteja longe do seu final.
Quantas vezes pensamos que tudo está acabado? Se você achar que está acabado, então estará! Mas daonde vamos tirar positivismo para sequelar o erro? Merda! eu não consigo ser assim! Talvez nossa sociedade contemporânea esteja certa em apenas cagar e andar para tudo. E realmente, definitivamente, não consigo ser assim! O correto do erro é justamente te ensinar a ser alguém melhor.
No, woman, no cry. Pra que chorar? Só corriga seus erros. Pode ter certeza que existe 2 braços esperando novamente pelo seu abraço.
É obscuro ainda para mim os motivos para uma infeliz transação do destino. Procurar culpados? Ora, nem tudo que é ou dá errado tem culpados. Vivemos a culpa do erro de amar. Amar não é errado. Amar e sufocar seu amor é pecado. Teorias infundáveis nascem assim. Mesmo assim, ainda te procuro nos meus lençóis, no tintilar da prataria, ou até no momento em que calço meus sapatos. Te procuro em todos os momentos, mas você fugitiva, sumistes por que pecas contra o amor. Pecas contra mim, contra ti mesma e contra os bilhões de habitantes deste mundo porco mas belo chamado terra. E enquanto eu sento e coço a cabeça procurando a resposta, imagino o que diabos pensa ao fazer isso. Não era uma praga que precisava de inseticida, ou um demônio que devesse ser exorcizado. Talvez fosse uma grande floresta queimando, mas não, não deveria ter sido apagada. E não é que tudo tenha sido em vão. Aliás todos os sim e não que existiram foram bem dados, mas é que ainda há muito a se fazer. Uma história não é uma história se não tiver começo, meio e fim. E dentro do meu coração de vidro tem aquela luzinha desejando que a história prossiga e esteja longe do seu final.
Quantas vezes pensamos que tudo está acabado? Se você achar que está acabado, então estará! Mas daonde vamos tirar positivismo para sequelar o erro? Merda! eu não consigo ser assim! Talvez nossa sociedade contemporânea esteja certa em apenas cagar e andar para tudo. E realmente, definitivamente, não consigo ser assim! O correto do erro é justamente te ensinar a ser alguém melhor.
No, woman, no cry. Pra que chorar? Só corriga seus erros. Pode ter certeza que existe 2 braços esperando novamente pelo seu abraço.
Assinar:
Comentários (Atom)