23/01/2011

Pra fora do nada

Visitar a mãe do universo foi 1 experiência legal.
Ela me ensinou tantas coisas legais. Como por exemplo, você não pode ser você mesmo, se não entender você mesmo.
Entender a nós mesmos é um grande dilema, já que estamos em processo mutativo a todo instante. Um simples minuto pode mudar toda nossa essência. Mas é vital nos entendermos, para sermos nós.
E eu tenho pecado tanto nesse quesito.
Eu apertei minha vida toda com as mãos, e não cheguei a conclusão alguma.
Será que eu não tenho uma vida? Ou será que eu nem a mereço?
Eu não consigo chegar a uma conclusão cabível diante desse dilema.
E nisso eu não me entendo.
Ela tentou me ensinar isso.
Mas eu não aprendi. Ou não consigo mesmo por incopetência minha.
Ou realmente não tenho vida.
E sem me entender, eu estou sendo expulso de mim mesmo.
Vou parar lá fora, no nada.
Um nada no nada.
E eu olho fixamente, pro nada.
E nada vejo.
Viver no nada pode ser uma experiência avassaladora.
Ou bem recompensante.
No nada, você realmente não faz nada.
Nem pensar você pensa.
Você pode ser 1 vegetal. ou um mineral. Nunca um animal.
Nem refletir você pode.
Não fará nada.
Não será nada.
Existirá apenas no nada. Mas não terá nada.
Isso, é o que você se transforma, depois de ver que seu irrisório mundo de nada te dominou.

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