21/05/2025

Brincando de fingir que alguma felicidade iria me acontecer, enquanto que tudo o que me resta desse mundo é viver afogado em memórias do que nunca existiu, me culpando por decisões erradas que não tive coragem de tomar e aceitando que antes eu fosse um filha da puta do que um amargurado por ter encontrado o amor verdadeiro e deixado ele partir como um passarinho apressado que nunca se esforçou pra ficar dentro de uma gaiola que não o pertencia. Curiosa a vida, não é mesmo? Afinal, desde quando alguém criou um título tão grande pra uma poesiasinha tão pequena?

É, musa do mar.
Eu nunca vou ser feliz.
Enquanto não te encontrar.

Mesmo que eu insista.
Muito da vida muda.
Mas você segue em vista.

Consideremos então o seguinte:
Cuide da sua vida, enquanto eu
Caio nesse mar constituinte.

Digo, não era o que você queria?
Dizendo que venera sua imagem?
Dormindo sonhando que poderia!

Bom, não que me sobre algo, né.
Bizarro não ter nenhum final feliz.
Blop! Tchau tchau e até.

Nenhum comentário:

Postar um comentário