Estar preso em vários passados é estar prisioneiro do tempo, que passa, passa mas nunca passa.
E os pesos nas pernas, a falta de ímpeto para lutar, tudo perde a graça.
Cinza, feio, velho.
Nada mais faz sentido e cada dia mais tudo perde o sentido.
Nem sei mais o que eu tô fazendo aqui.
Mas ainda tô.
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