Mas logo agora que eu estava abrindo meus olhos?
Essa luta estava ficando acirrada.
Me derrubou, eu levantei, mas atordoado eu fiquei.
Agora que eu percebi, que tudo isso
Foi teatro, parte da razão pra sua frieza.
Tudo, motivo pra sangrar e enterrar meu coração.
Olhar pra lápide, pegar as flores
E lotar o vazio que voltou pro amanhã.
Tudo, motivo pra sangrar e enterrar meu coração.
Agora, o vazio toca a serenata
Não é o jeito certo de me usar, mas tudo bem.
Estávamos fingindo dificuldades fáceis.
Será que nossa engrenagem vai funcionar, pra eternidade?
Me ajude a voltar!
Quero essa sentença, essa força.
Todos os pedaços, juntar novamente.
Triste, é olhar sem direção.
Sem reflexo.
Eu olho pros motivos.
Para sangrar, e enterrar meu coração.
Espere pelo sinal, espere pelo amanhã amarelado.
Beleza de queda, esperando para derrubar pelos flancos.
Resistente como uma pulga, traiçoeira como a perdição.
Por tudo que eu temo, O certo, porém morto.
Velhas cicatrizes curam os amores.
Essa ninfa escondida na colméia cerebral.
Qual é sua estatura? Porque você quer me foder?
Salve suas sentenças, ela foi levada de mim.
Meu presente? Foi roubado.
Meus pensamentos? Surrados.
A batalha começou agora.
Ainda luto, e ainda lutarei.
Em um mundinho inescrupuloso,
nós procuramos, ser nós mesmos.
Menos eu, que procuro a liberdade de seu seio.
Ou a prisão, de seu coração.
Nenhum comentário:
Postar um comentário