31/07/2011
De Julho a Julho.
Recomeço a contagem de minutos excedentes para o término de minha vida. O tédio me consome para variar. Minhas pálpebras caem em profunda queda. Prosto-me perante a carne, e a carne se prosta entre meu ser. Vivo uma utopia. Enlouqueço nos cabelos sedosos do destino. Cumpro a simples tarefa que é viver. E a cumpro mal. Não sei viver. Existe uma fórmula? Eu acho que não. Sinto dores no peito. Sinto meu coração palpitar. Apenas te sinto. Oro, vejo, me indago. Pergunto para mim mesmo o que acontece. Choro. Ligo a TV, e nada passa. Vou para a rua, mas só o que vejo, é a vida. Qual vida? Não interessa. Talvez sejam melhores que a minha vida. No bolso, 1 último cigarro. Acendo, caminho, e fico perplexado com a felicidade falsa de alguns rostos. Tudo o que mais quero agora eu não tenho. Tudo o que mais quis eu perdi. Tudo o que possuo agora, é metade daquilo que todos querem. Eu não sei, mas confesso, a confusão é tão certa, que se eu morresse agora, eu não faria falta a ninguém. Nem a mim mesmo.
26/07/2011
Dedique-se a seu animalzinho de estimação.
Eu tenho um animal de estimação. O nome dele é amor.
Amor é um bichinho muito bonitinho. Ele faz graça, lambe meu rosto e, volta e meia, pula no meu colo.
Ele é esperto, as vezes pede cafuné e fica todo arrepiado se alguém se aproxima. Aliás ele é ciumento! Se alguém chega perto já fica todo desconfiado. As vezes até ataca.
Mas ele é muito fofo. É perfeitinho, cabe no meu colo, e se espreguiça todo!
As vezes é meio pilantra, e até irrita as vezes, mas nada que possa me fazer desgostar dele.
Muitas vezes olho pra ele e tenho a sensação que ele só ficaria comigo. Ele demonstra ser tão fiel.
Ah, ele é bem dedicado! As vezes eu fico pra baixo, e ele, como quem num quer nada, fica se esgueirando em mim.
E quanto mais eu alimento ele, mais ele cresce, esse gordo!
Ah, eu não sei o que seria da minha vida sem esse safado do amor.
Amor é um bichinho muito bonitinho. Ele faz graça, lambe meu rosto e, volta e meia, pula no meu colo.
Ele é esperto, as vezes pede cafuné e fica todo arrepiado se alguém se aproxima. Aliás ele é ciumento! Se alguém chega perto já fica todo desconfiado. As vezes até ataca.
Mas ele é muito fofo. É perfeitinho, cabe no meu colo, e se espreguiça todo!
As vezes é meio pilantra, e até irrita as vezes, mas nada que possa me fazer desgostar dele.
Muitas vezes olho pra ele e tenho a sensação que ele só ficaria comigo. Ele demonstra ser tão fiel.
Ah, ele é bem dedicado! As vezes eu fico pra baixo, e ele, como quem num quer nada, fica se esgueirando em mim.
E quanto mais eu alimento ele, mais ele cresce, esse gordo!
Ah, eu não sei o que seria da minha vida sem esse safado do amor.
25/07/2011
Dentro de um ônibus, até o cobrador é passageiro.

Em um determinado momento, você simplesmente aprende a viver sem seu grande amor. Um passo complexo, derivado de simples e pura paciência, e credo em si mesmo. O problema é quando você percebe que até o simples ato de respirar era proveniente de seu amor. E quando você repara e realmente descobre que pode viver sem ele, você se torna apenas... oco.
E é aquela velha história, de oco, basta o côco.
Mas nem tudo é 1 problema. No mundo, existem muitas pessoas que gostam apenas de superação. E as que gostam de desafios. Não lhe faltará quem lhe queira provar que ainda pode amar alguém.
Só não se esqueça, um grande amor, só existe uma vez na sua vida. E se ele não for para a vida toda, apenas aceite: você pra sempre, se lembrará dessa pessoa. Porque uma ferida profunda, sempre deixa cicatrizes.
O mundo é dos loucos, e esses são tão poucos...
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