25/04/2019
Segunda opção.
Ser segunda opção é, basicamente, não ser prioridade nem para você mesmo. Não adianta ficar feliz, se encher de alegria, esperar que a vida seja linda, se você é só um bem passageiro que alimenta corpos tristes e fadados à decepção. Não, a vida não é feita para se esperar. Ou você age, ou ela age com você. E aí já era. Eu sou bom demais pra ser opção. Eu sou é solução.
11/04/2019
X: Por quê?
Eu sempre me perguntei sobre a sua sordidez. A sua habilidade única de estragar as pessoas, de acabar com o resto da dignidade delas.
Como pode?
Sei lá. Não sei de verdade.
Não faço ideia de como você pegou lá meus nobres sentimentos e limpou o cu com eles.
Ou por que cargas d'água me fez gostar de você de propósito, com aquele papo fofo e malícia bonitinha, só pra eu descobrir que você tinha uns 20 casos iguais a mim.
Queria fazer coleção? Não sei.
Realmente não sei.
A cara de pau, a força de vontade pra me machucar, o sarcasmo de estar bêbada e falar que eram outros tempos.
Putz.
Putz...
Eu passei por muita merda até chegar a você. Foram anos sendo maltratado. Mas em poucos meses você fez questão de destruir de vez o pouco de humanidade e fé no amor que eu ainda possuía. Danificou todo o meu sistema, me fez bugar e ficar anos remoendo toda essa merda enlatada que fez questão de abrir pra eu comer.
Socou na minha garganta.
E abriu um mais absoluto foda-se para mim.
Acabou tanto comigo, que eu perdi a empatia e passei a simplesmente acreditar que eu mereço mesmo todas as merdas que me acontecem. E que se acontecem comigo, pode acontecer com os outros.
Triste, mas me pautei nessa máxima por muito tempo. Magoei muita gente depois de você.
Ação e reação, é o que dizem.
Eu poderia tentar falar de você com carinho. Lembrar dos bons momentos.
Tentar.
Tentei, inclusive. Por muito tempo depois. Ainda insisti em ter sua amizade. Mas né, quem não aprende, leva um cagão na cabeça.
E me desculpe, mas eu não nasci para ser privada.
Como pode?
Sei lá. Não sei de verdade.
Não faço ideia de como você pegou lá meus nobres sentimentos e limpou o cu com eles.
Ou por que cargas d'água me fez gostar de você de propósito, com aquele papo fofo e malícia bonitinha, só pra eu descobrir que você tinha uns 20 casos iguais a mim.
Queria fazer coleção? Não sei.
Realmente não sei.
A cara de pau, a força de vontade pra me machucar, o sarcasmo de estar bêbada e falar que eram outros tempos.
Putz.
Putz...
Eu passei por muita merda até chegar a você. Foram anos sendo maltratado. Mas em poucos meses você fez questão de destruir de vez o pouco de humanidade e fé no amor que eu ainda possuía. Danificou todo o meu sistema, me fez bugar e ficar anos remoendo toda essa merda enlatada que fez questão de abrir pra eu comer.
Socou na minha garganta.
E abriu um mais absoluto foda-se para mim.
Acabou tanto comigo, que eu perdi a empatia e passei a simplesmente acreditar que eu mereço mesmo todas as merdas que me acontecem. E que se acontecem comigo, pode acontecer com os outros.
Triste, mas me pautei nessa máxima por muito tempo. Magoei muita gente depois de você.
Ação e reação, é o que dizem.
Eu poderia tentar falar de você com carinho. Lembrar dos bons momentos.
Tentar.
Tentei, inclusive. Por muito tempo depois. Ainda insisti em ter sua amizade. Mas né, quem não aprende, leva um cagão na cabeça.
E me desculpe, mas eu não nasci para ser privada.
06/04/2019
Olhos Famintos.
Olhos devoradores, lindos, instigantes, cheios de dúvidas e gritos que gostaria de dar.
Cheia de vontade de me implorar. Cheio de vontade de te possuir.
Com essa jabuticaba brilhosa, foi me olhar e me desejar.
Era seus cabelos bagunçados, talvez o seu cheiro de mulher que eu quero cheirar, não sei.
Seus olhos estavam lá, me encarando como se falassem: Vai.
Não fui, mas me incomodei. Me acomodei. Me indaguei.
A boca, cada vez mais perto. E que boca.
As vezes o olhar desviava. As vezes olhava exatamente para o que queria. As vezes era você que eu queria. Ou sempre, como queira.
Era muito errado, mas a gente cansa de jogar da forma certa as vezes.
Cansa ser perfeitinho.
As vezes a felicidade não joga com as regras debaixo do braço. Ela é meio sacana.
Tudo o que ela quer é que você caia literalmente na frente dela e lhe tasque um beijo.
É incrível essa sensação, beijar quem você sempre desejou, por anos a fio.
E como é bom beijar, né? A gente vira adulto e vai esquecendo do prazer de ficar com alguém.
Só pensa em se perder em corpos alheios.
Em um sexo caseiro.
Se acostuma em relacionamentos cafonas.
Em relacionamentos sem graça.
Com o que já está errado a tempos.
Sempre bom relembrar o prazer de beijar alguém e não querer parar mais de beijar a pessoa.
Poisé, eu beijaria você todo dia se pudesse.
Quem sabe um dia? Não que eu queira que você seja minha.
Possessão é coisa pra fantasma.
Seja só sua.
E me deixe te fazer feliz todo dia.
Cheia de vontade de me implorar. Cheio de vontade de te possuir.
Com essa jabuticaba brilhosa, foi me olhar e me desejar.
Era seus cabelos bagunçados, talvez o seu cheiro de mulher que eu quero cheirar, não sei.
Seus olhos estavam lá, me encarando como se falassem: Vai.
Não fui, mas me incomodei. Me acomodei. Me indaguei.
A boca, cada vez mais perto. E que boca.
As vezes o olhar desviava. As vezes olhava exatamente para o que queria. As vezes era você que eu queria. Ou sempre, como queira.
Era muito errado, mas a gente cansa de jogar da forma certa as vezes.
Cansa ser perfeitinho.
As vezes a felicidade não joga com as regras debaixo do braço. Ela é meio sacana.
Tudo o que ela quer é que você caia literalmente na frente dela e lhe tasque um beijo.
É incrível essa sensação, beijar quem você sempre desejou, por anos a fio.
E como é bom beijar, né? A gente vira adulto e vai esquecendo do prazer de ficar com alguém.
Só pensa em se perder em corpos alheios.
Em um sexo caseiro.
Se acostuma em relacionamentos cafonas.
Em relacionamentos sem graça.
Com o que já está errado a tempos.
Sempre bom relembrar o prazer de beijar alguém e não querer parar mais de beijar a pessoa.
Poisé, eu beijaria você todo dia se pudesse.
Quem sabe um dia? Não que eu queira que você seja minha.
Possessão é coisa pra fantasma.
Seja só sua.
E me deixe te fazer feliz todo dia.
01/04/2019
Eu não vejo mais prazer na vida.
Não há absolutamente nada que me faça, de fato, feliz. Amores, hobbies, trabalho, estudos. Nada.
Sequer consigo visualizar um futuro para mim. O meu diploma parece ter sido em vão, agora que faltam menos de 3 meses para o pegar.
Não consigo me conectar com as pessoas como era antigamente. Me apaixonar fica cada vez mais difícil, e no processo saio magoando as pessoas. E se fico interessado por alguém, geralmente algo impede. Principalmente a minha própria vida, bugada de tantas atribulações.
Amigos, cada vez menos. Com seus próprios problemas. Próprios dilemas. A vida é dura para a maioria de nós.
O trabalho já não me satisfaz mais. Emperrei na evolução como profissional e tenho ciência que meu trabalho como designer é uma merda. Não consigo mais ser criativo como era antigamente. Nada flui. Foram tantos anos fazendo merda, que perdi a habilidade de senso crítico.
Jogos me entediam. Não vejo filmes sozinho. E se vejo, durmo em 15 minutos.
Fumo mas sinto dor de estômago. E essas dores me acompanham a tanto tempo, que já nem sei mais se tem alguma cura pra isso. E é curioso, pois meu único prazer era comer. Mas sempre que como alguma besteira, me sinto mal. Aí lembro que até nisso eu não tenho condições de me afundar.
Escrever era prazeroso, agora só desabafo.
As redes sociais, cada vez mais nocivas, não me permitem paz.
Nenhum plano ou sonho que tive eu realizei, e eu já tenho 29 anos.
Diversas dívidas.
Diversos problemas.
Diversos casos inacabados para resolver.
É puro piloto automático.
Eu só queria alguma alegria na vida.
Não há absolutamente nada que me faça, de fato, feliz. Amores, hobbies, trabalho, estudos. Nada.
Sequer consigo visualizar um futuro para mim. O meu diploma parece ter sido em vão, agora que faltam menos de 3 meses para o pegar.
Não consigo me conectar com as pessoas como era antigamente. Me apaixonar fica cada vez mais difícil, e no processo saio magoando as pessoas. E se fico interessado por alguém, geralmente algo impede. Principalmente a minha própria vida, bugada de tantas atribulações.
Amigos, cada vez menos. Com seus próprios problemas. Próprios dilemas. A vida é dura para a maioria de nós.
O trabalho já não me satisfaz mais. Emperrei na evolução como profissional e tenho ciência que meu trabalho como designer é uma merda. Não consigo mais ser criativo como era antigamente. Nada flui. Foram tantos anos fazendo merda, que perdi a habilidade de senso crítico.
Jogos me entediam. Não vejo filmes sozinho. E se vejo, durmo em 15 minutos.
Fumo mas sinto dor de estômago. E essas dores me acompanham a tanto tempo, que já nem sei mais se tem alguma cura pra isso. E é curioso, pois meu único prazer era comer. Mas sempre que como alguma besteira, me sinto mal. Aí lembro que até nisso eu não tenho condições de me afundar.
Escrever era prazeroso, agora só desabafo.
As redes sociais, cada vez mais nocivas, não me permitem paz.
Nenhum plano ou sonho que tive eu realizei, e eu já tenho 29 anos.
Diversas dívidas.
Diversos problemas.
Diversos casos inacabados para resolver.
É puro piloto automático.
Eu só queria alguma alegria na vida.
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