Antigamente eu me questionava sobre ser capaz de amar novamente. Eu, criatura complicada, cheio de defeitos e síndromes, sonhava acordado com amor, paixão, felicidade enlatada. Nunca me deixava apaixonar de verdade, preferia ao invés disso, sabotar meu próprio eu para que nenhum relacionamento fosse para frente. Tenho irmãos, mãe e família, mas cresci e vivi de forma solitária, descobrindo quase tudo sobre a vida, vivendo. Isso tornava as coisas mais fáceis ainda, afinal, não precisava de alguém. Eu queria alguém.
E era esse o meu erro. Preencher um espaço que não precisa ser preenchido é como botar água num copo que já transborda, só vai vazar e sujar tudo a toa. Entre dedos roídos e paixonites sem adubo para desenvolver, eu pulei de galho em galho procurando vida em marte. Nada achei, pois não precisava achar.
Decidi então largar o caderno pra lá. Eu não precisava mais escrever nele em vão. Magoar não é minha praia, e eu odiava ver olhos chorarem por causa de meu egoísmo maldito de não querer estar só. É, decidi ficar só, por livre e espontânea vontade.
E fiquei. E nesse período que fiquei, aprendi e evolui uns 10 anos que a vida me arrancou. Aprendi tantas coisas, que ouso dizer que agora estou no caminho certo e sem volta.
Mas eu não quero voltar. Não mesmo.
Quando menos queremos, nos completamos. Essa é a linha da vida.
Aliás, não há nada mais gratificante do que se apaixonar. E se reapaixonar pela mesma pessoa.
28/07/2014
01/07/2014
Projetos Engavetados.
Ultimamente o que mais me falta é inspiração para escrever. Na verdade, estou aqui agora mesmo, de frente ao PC, esperando o tempo passar pois não posso simplesmente levantar e ir embora. E claro, sem criatividade.
Então decidi escrever sem criatividade mesmo. Falar qualquer besteira sobre qualquer coisa que quase ninguém lerá. Por exemplo, descobri a alguns dias que palha italiana é uma das minhas sobremesas preferidas. E que eu vou ter que me manter longe dela por muito tempo.
Também descobri que Jazz é um estilo bastante agradável, mas que me dá sono. Sono por sono, prefiro entrar nele ouvindo Metalcore.
Descobri coisas maravilhosas sobre o amor, sobre coisas poéticas, sobre o mar que eu nunca admirei também.
Descobri que sou ótimo em descobrir coisas sem nexo.
Aliás, quero matar o pai do meu chefe. Ele é tão inconveniente.
Mas voltando, acho que não sei quem sou. E acho que minha angústia só sairá de meu peito quando eu descobrir quem sou de fato. Mas não sei se quero descobrir isso agora.
Na verdade, nasci com o dom de sofrer. Poucas pessoas se conformam tanto com o auto-sofrimento do que eu mesmo. Só fui condicionado a isso. É tão engraçado, que quando estou feliz, eu estranho, já fico esperando pela câmera escondida, ou pelo João Kléber rindo ao som de tudo isso.
Já quis sumir, quis aparecer, quis explodir na cara de pessoas que odeio (com direito a meus órgãos sujando o chão e tudo mais). Quis estar, ficar, notar, ecoar... Tudo num dia só.
Por isso um brinde e uma salva de palmas para meu incrível humor camaleão que vai da tristeza a euforia num minuto.
Mas enfim, hoje, excepcionalmente hoje, só queria voltar a ter criatividade para escrever.
Então por favor senhores deuses, não tirem de mim o único dom meu que eu realmente admiro, senão eu vou ter que subir aí pra dar umas porradas em vocês.
Opa, bateu a sirene, tá na hora de ir te ver.
Então decidi escrever sem criatividade mesmo. Falar qualquer besteira sobre qualquer coisa que quase ninguém lerá. Por exemplo, descobri a alguns dias que palha italiana é uma das minhas sobremesas preferidas. E que eu vou ter que me manter longe dela por muito tempo.
Também descobri que Jazz é um estilo bastante agradável, mas que me dá sono. Sono por sono, prefiro entrar nele ouvindo Metalcore.
Descobri coisas maravilhosas sobre o amor, sobre coisas poéticas, sobre o mar que eu nunca admirei também.
Descobri que sou ótimo em descobrir coisas sem nexo.
Aliás, quero matar o pai do meu chefe. Ele é tão inconveniente.
Mas voltando, acho que não sei quem sou. E acho que minha angústia só sairá de meu peito quando eu descobrir quem sou de fato. Mas não sei se quero descobrir isso agora.
Na verdade, nasci com o dom de sofrer. Poucas pessoas se conformam tanto com o auto-sofrimento do que eu mesmo. Só fui condicionado a isso. É tão engraçado, que quando estou feliz, eu estranho, já fico esperando pela câmera escondida, ou pelo João Kléber rindo ao som de tudo isso.
Já quis sumir, quis aparecer, quis explodir na cara de pessoas que odeio (com direito a meus órgãos sujando o chão e tudo mais). Quis estar, ficar, notar, ecoar... Tudo num dia só.
Por isso um brinde e uma salva de palmas para meu incrível humor camaleão que vai da tristeza a euforia num minuto.
Mas enfim, hoje, excepcionalmente hoje, só queria voltar a ter criatividade para escrever.
Então por favor senhores deuses, não tirem de mim o único dom meu que eu realmente admiro, senão eu vou ter que subir aí pra dar umas porradas em vocês.
Opa, bateu a sirene, tá na hora de ir te ver.
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