24/02/2011

O sorriso...

dela é perfeito.
Me faz viajar. Me faz pensar, aliás, me faz esquecer.
Dos problemas, das angústias.
E o olhar?
Um olhar perdido mas convicto.
É tão linda, que sinto vergonha de encará-la.
Ah, mas o sorriso...
É tão surreal. Uma pintura abstrata.
Aquele lindo sorriso salvador de vidas chatas.
É só olhar pra ela e panz, o mundo voltou a ser em cores.
Basta ela ir embora, e o mundo volta a ser cinza, com tons fortes de preto.
Ah, o sorriso.
Quem me dera, poder encostar o meu sorriso no sorriso dela.
Aquele sorriso doce, tão simples, de alguém tão simples...
Mas perfeito.
Ah, se eu pudesse, desejaria esse sorriso para mim
Todos os dias de minha vida.

23/02/2011

Se Deus é por nós,

por que o mundo ainda é tão injusto?

21/02/2011

Verbalizando As Pessoas Primeiro.

A torcida levanta, é dia de comemorar
E eu aqui no sofá
Vendo a água vazar
Esperando o sol raiar
Que veio para arrasar
Tendo muito a exaltar
Mas nada vai adiantar
Se o sol se atrapalhar
Se o vento se apressar
Cada qual com seu patamar
Inevitável ronronar
Do gato de Panamá
Que me faz indagar
Como que vou parar?
Tenho muito a esperar
Quero mais é aproveitar
Mesmo que tenha que chorar
E o vinho bom de tomar
Algum dia eu irei roubar
E se eu tiver que agonizar
Preocupado quando que tudo irá acabar
Vai ser fácil argumentar
Pois só você eu pude amar
Pois só você eu pude amar.

Carnaval, Rock in Rio e...

Tá chegando uma época chata, e ao mesmo tempo boa: Carnaval. '-'
Eu odeio o carnaval. E amo o carnaval.
Odeio porque, odeio muvuca. Odeio brigas inúteis.
Mas carnaval me dá "férias" do trabalho, agora, da faculdade, e de mim mesmo.
E me dá motivos para beber.
Aliás, tira os motivos para não beber (:
Todo ano, bloco das piranhas.
Cada vez que eu vou, eu vou com alguns amigos novos que fiz no ano anterior.
Tem uns que sempre foram comigo, e esse ano não vão.
Mas eu uso o bloco das piranhas como um "Quantos amigos você fez no ano anterior?"
Realmente eu me surpreendo com a quantidade de gente que deixa a nossa vida, e a quantidade de gente que entra D:
Isso me lembra, que eu havia prometido fazer minha tatuagem antes do carnaval.
E eu não fiz, de fato ¬¬
Aliás me lembra que eu disse que já teria algum dinheiro até o carnaval pra juntar e ir pro Rock in Rio 4
E eu não tenho nada ¬¬
Mas fodac, quem precisa do Rock in Rio?
Tá, eu preciso ):
E preciso de 1 camisa do SOAD, urgente.
Sim, odeio ser fã deles e não ter uma camisa.
São 7 anos initerruptos dedicados a venerar esses descendentes de armênios.
E não ter uma camisa deles me irrita bastante.
Aliás, me tragam 2 cocos e um garfo de plástico.
E não me perguntem porque G_G

Fácil.

Como um meio copo de conhaque.
Como uma última tragada de um lucky strike.
Saboreie o complexo sabor da simplicidade.
Plin! Está pronto.
Plin! Está feito.
Pra que motivos? Crie seus próprios métodos.
E que sejam os mais breves possíveis.
Como uma pena ao vento.
Como um paradigma isento.
Mas que complicado.
Não! Exclua esta palavra da sua mente!
Transforme aquele monstro de 7 cabeças num filhote de pastor alemão.
Ou até de um Pinscher se puder.
Pegue aquele problema absurdamente colossal, e faça ele virar uma formiga.
Como um sopro ao ouvido.
Como um beijo perdido.
E se quiser saber, é melhor assim.
Não dê motivos aos motivos. Nem a sorte a sua sorte.
Apenas execute o plano mestre.
Tem que ser feito? Faça-o.
Rodeios é para peões, e peões são para xadrez.
E quem produz rápido, não se arrepende, pois não aprende a se arrepender.
Como uma negativa mortal
Como um amargo final.

19/02/2011

Apenas um monte de palavras.


17 de julho, fazia frio.
O vento lambia tudo por onde passava.
Aquele olhar penetrante, perdido... ela chorava.
Dizendo que era tudo o que ela sempre quis.
Fazia planos, pensava em como seria a vida, e pensava alto.
Queria agarrar o mundo com as 2 mãos.
Ela iludia. Ela se iludia.
Ela queria viver algo que não estava apta a suportar.
E ele tentou dar isso a ela.
Ele lutou com unhas e dentes para provar.
Mas ela desistiu, como quem desiste de uma fruta podre.
Ele se sentia uma fruta podre.
No final das contas, ela não tinha nada a falar.
Apenas um monte de palavras.
Palavras essas, perdidas e sem emoção.
Palavras essas, que magoam. Que ferem.
Que estupram seu ser.
Ele viveu até o último suspiro dela.
E ela desistiu de viver.

13/02/2011

P.A.Z.

Com todos os pensamentos cravados em um só ponto, viajo solitário procurando aquilo que todos procuram: paz. Mas a paz é 1 bem tão escasso, tão difícil, que confesso achar que nem existe. Deve ser uma lenda, criada por alguém a muitos anos atrás. Ou então só se encontre realmente a paz depois da morte. Se é que existe um paraíso, ou um local para onde iremos. Mas enfim, teoricamente, nunca encontrei a paz. Quisá algum dia, tenha esta sorte. Até porque, viver assolado em angústia não é algo que qualquer ser humano consiga por muito tempo. A autodestruição vem logo após o sentido de pena, que vem logo após o sentido de culpa. E em questão de tempo tudo já vai estar sem salvação. Oh, viu? Se a paz realmente existisse, ninguém chegaria a este ponto. Ou se existe, será que só eu não consigo achar ela? Refletir sobre isso todos os dias tem sido uma árdua tarefa, assim como refletir sobre a existência de Deus, ou sobre porque tenho uma vida. Será que eu poderia viver sua vida? Porque diabos vivemos? Não no sentido filosófico, mas no sentido real mesmo! Será que só eu poderia viver minha vida? Será que todos tem a mesma capacidade de viver, e a própria vida é quem nos fode ou nos conforta? E nesse dilema me encontro novamente com a palavra paz. Porque diabos tudo não pode ser simples, assim como a palavra paz? Eu desisto de acreditar que a paz exista.

~~Alone